O PLANO MESTRE - PARTE 9 - A GRANDE IRMANDADE

"A Grande Irmandade" é a nona parte da série O Plano Mestre (se você ainda não viu a última parte, clique aqui). Neste episódio, iremos focar no que são as sociedades secretas, como elas se interconectam e como operam na sociedade, especialmente dentro da religião. Embora algumas vertentes do sistema religioso cristão condenem publicamente ordens como a Maçonaria, ela teve participação ativa em seu consolidamento e vários clérigos protestantes e católicos LEIA O RESTANTE AQUI

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A Verdadeira História e o Simbolismo Oculto em "Stranger Things"

[ domingo, 28 de agosto de 2016 | 10 comentários ]

A série de grande sucesso "Stranger Things" coloca na cultura popular o mundo perturbador do MKULTRA, misturado com uma dose pesada ​​de fantasia e ficção científica. Através de sua história e simbolismo, a série conta uma verdade mais profunda sobre esse assunto, que muitos podem não acreditar ou aceitar. Vamos olhar para o significado de "Stranger Things".

Atenção: spoilers à frente!

Elogiada por sua história emocionante e uma bela atuação, "Stranger Things" rapidamente se tornou um hit monstruoso. Estrelado por um grupo de crianças que jogam "Dungeons & Dragons", andam de bicicleta em volta de seu bairro e comunicam-se por "walkie-talkies", a série trouxe uma forte dose de nostalgia dos anos 80 com uma autenticidade rara. Ainda, "Stranger Things" trouxe também para a cultura popular um assunto que tem sido tabu por décadas: o mundo do MKULTRA e suas práticas terríveis. (Se você não sabe sobre o MKULTRA, leia este artigo primeiro).

Continuamente opondo a verdade com a ficção, o horror da realidade com o êxtase da fantasia, a feiura da humanidade com a inocência das crianças, "Stranger Things" tem um forte tom dualista. Este é sintetizado pelo fato de que a aventura acontece em dois reinos separados, o "mundo real" e o "mundo invertido", que é uma versão sombria do mal da realidade. Embora separados, esses reinos estão ligados através de um portal, um que quase ninguém conhece. A existência desse portal fica escondida do público, mas o afeta de várias maneiras. "Stranger Things" é sobre como aqueles que nos governam estão envolvidos em "coisas mais estranhas" do que a maioria pode sequer imaginar. Através de sua história, personagens e simbolismo, a série revela o lado mais escuro da elite... uma parte, porém. Vamos dar uma olhada mais profunda na história.

Entre Realidade e Ficção

A série começa com quatro amigos, Mike, Will, Dustin e Lucas jogando Dungeons & Dragons. Mike, o mestre do jogo, define o enredo da busca pelo seu amigo. Ele também estabelece o enredo de toda a série.


"Alguma coisa está chegando. Alguma coisa faminta por sangue. Uma sombra cresce na parede atrás de você, encobrindo vocês na escuridão. Está quase aqui."


A campanha de Dungeons & Dragons de Mike dura quase dez horas.
 A primeira temporada de "Stranger Things" dura quase dez horas.

Enquanto os meninos são confrontados com o mundo terrível do controle mental do governo, sua aventura é constantemente comparada a uma aventura no jogo Dungeons & Dragons. Will, o menino que é sequestrado pelo governo, é o bruxo do grupo. A força dos bruxos reside em suas mentes visto que eles são capazes de coisas paranormais, magia e outras coisas, tais como teletransporte e telecinésia. Como veremos mais tarde, isso é a programação MKULTRA Theta.

Nesse sentido, os objetivos sombrios e perturbadores da elite oculta são diretamente contrastados com a inocência e a diversão das crianças.

Will sendo sequestrado pelo governo é comparado ao 
bruxo preso no Vale das Sombras com o Demogorgon.

Essencialmente, os criadores da série são os mestres do jogo, que vão levando os telespectadores em uma busca de 10 horas. Mas, embora D&D seja sobre fantasia, os eventos que acontecem em "Stranger Things" são baseados em algumas coisas muito estranhas que realmente aconteceram.

Baseado no Projeto Montauk


"Querida, nós temos que confiar neles. Esse é o nosso governo. Eles estão do nosso lado."


Considerando o que acontece na série, a fala acima, dita por um pai sem conhecimento nenhum, assume um significado profundamente irônico. A história, na verdade, descreve um governo sombrio que existe, não importa quem esteja trabalhando, e que se desenvolve totalmente fora da visão pública, participando de programas, experiências e missões que estão completamente fora do conhecimento público, enquanto controla recursos e redes inteiras do país. Em "Stranger Things", as principais organizações nomeadas são a CIA, a NSA e o Departamento de Energia.

O sítio de programação MK e a porta de entrada para o "mundo
 invertido" estão localizados em um Laboratório Nacional do
 Departamento de Energia dos EUA.

O Departamento de Energia dos EUA real é uma dessas organizações gigantescas que são maciçamente financiadas pelo governo federal (que recebeu 24 bilhões de dólares em 2014) e opera uma infra-estrutura maciça em todo o país. No entanto, poucas pessoas realmente sabem o que acontece dentro desses laboratórios.


O Departamento de Energia dos EUA (DOE) é um departamento de nível de Gabinete do Governo dos Estados Unidos preocupado com as políticas dos Estados Unidos em matéria de energia e segurança na manipulação de materiais nucleares. Suas responsabilidades incluem o programa do país de armas nucleares, a produção do reator nuclear para a Marinha dos Estados Unidos, conservação de energia, investigação relacionada com a energia, eliminação de resíduos radioativos, e a produção de energia doméstica. Ele também dirige a pesquisa em genômica; o Projeto Genoma Humano originado numa iniciativa DOE. O DOE patrocina mais pesquisas nas ciências físicas do que qualquer outra agência federal dos EUA, a maioria das quais é conduzida através do seu sistema de Laboratórios Nacionais. 

- Wikipédia


"Stranger Things" se passa na cidade fictícia de Hawkins, Indiana, onde um Laboratório Nacional funciona como um sítio de programação MKULTRA.

É interessante notar que o título original da série era Montauk e a história era para se passar na cidade de Montauk, Nova York. Para aqueles que já fizeram pesquisa sobre o controle mental da CIA, esse nome deve ter "acendido uma lâmpada". Montauk é o sítio de Camp Hero, uma base militar onde o infame e amplamente especulado Projeto Montauk ocorreu.


Os eventos em Long Island vieram a ser conhecidos como o Projeto Montauk. Essa frase refere-se a uma série de experimentos ultra-secretos no controle mental, a viagem no tempo, psicotrônica, e a criação de buracos negros. Esses experimentos foram baseados fora de uma antiga estação de radar da Força Aérea, ou mais precisamente, em um vasto complexo escondido na terra debaixo dessa estação de radar.

Os militares focaram os esforços do Projeto Montauk principalmente nos experimentos de controle mental. Eles reuniram jovens do sexo masculino com sensibilidade psíquica e, em alguns casos, supostamente até sequestraram esses sujeitos de teste. Esses meninos ficavam sentados em uma cadeira especialmente desenvolvida e destinada a aumentar suas habilidades psíquicas latentes. Essa cadeira estava recebendo ondas de energia que permitiam os cientistas controlarem as mentes de seus jovens sujeitos. Surpreendentemente, descobriu-se que os mais hábeis desses jovens videntes foram capazes de focar objetos tão intensamente que os objetos eram momentaneamente fisicamente materializados. (...)

Segundo a lenda, a base realmente perdeu o seu financiamento na década de 60, porque a tecnologia de radar estava obsoleta, mas foi aberta até 1983. A área é agora um parque do estado de Nova York, mas o prédio está intacto e o equipamento de radar permanece em pé. Além disso, eu aprendi que o que é realmente estranho é que embora o governo tenha dado a terra para o estado, ele ainda possui a terra por baixo da base.

Aparentemente, há muitos níveis abaixo do solo que foram utilizados para a investigação e a base era realmente uma camuflagem. Algumas pessoas dizem que está absolutamente documentado que existe uma cidade subterrânea por baixo da base que ainda está sendo usada hoje por agências secretas das forças armadas. As pessoas dizem que o equipamento de radar foi construído como um encobrimento para que os militares pudessem conduzir experiências em viagens no tempo e controle mental e era para isso que todos os equipamentos eletrônicos existiam. É dito que a Montauk Air Force Station realizou inúmeras experiências terríveis em cooperação com muitos laboratórios de pesquisa, em Long Island. Aparentemente, essa base esteve também em cooperação com a Mitchell Air Force Base em Long Island. 

- Weird US, Military Mayhem em Montauk, Long Island


Camp Hero Base em Montauk, Nova York.

Os criadores de "Stranger Things" foram claramente inspirados na "lenda" do Projeto Montauk. Os criadores, no entanto, em última análise, optaram por basear a série em uma cidade fictícia em Indiana. Embora a localização seja diferente, o mesmo governo sombrio está por trás das ações em "Stranger Things".

 Dentro do Laboratório Nacional, telefonemas 
feitos por cidadãos são monitorados.

O governo usa os veículos da companhia de energia para 
circular pela comunidade de forma despercebida, enquanto 
grampeia telefones e faz buscas em casas.

Embora o projeto MKULTRA tenha sido supostamente encerrado 
na década de 70, ele ainda está vigente em "Stranger Things".

Em "Stranger Things" o governo sombrio toma todas as medidas necessárias para encobrir seus rastros: ele espiona os cidadãos, mata aqueles que sabem demais (fazendo com que se pareça suicídio), finge a morte de crianças raptadas, e impede os investigadores de procurarem a verdade. Em suma, o governo sombrio opera acima da lei e substitui todos os níveis de governo.

Jim Hopper, o chefe de polícia de Hawkins, revela lentamente o esquema do governo federal.


"Eu sei que vocês fazem experimentos em criancinhas sequestradas cujos pais estão destroçados. E eu sei que vocês foram longes demais dessa vez".


As coisas definitivamente vão longe demais. Não ao contrário do que se afirma sobre o Projeto Montauk, os experimentos no Laboratório Nacional de "Stranger Things" causam a abertura de uma porta de entrada para uma dimensão escura e a desova de um monstro sem rosto. Mexer com as forças mais sombrias da Terra nunca trouxe coisas boas.

O Mundo Invertido e o Demogorgon

As experiências intensas e perigosas no Laboratório Nacional levam à criação de um portal que conduz ao mundo invertido - uma versão escura e maligna do mundo real. As crianças o comparam ao Vale das Sombras em Dungeons & Dragons.


"É um lugar de decadência e morte. Um lugar fora de sincronia. Um lugar de monstros. Está bem perto de você e você nem sequer o enxerga".


O portal que leva a essa outra dimensão é tão poderoso que ele altera o campo magnético da área em torno dele, fazendo com que bússolas apontem para outro lado ao invés do verdadeiro Norte. Simbolicamente, isso representa como as relações da elite oculta estão indiretamente afetando toda a população.

O mundo real do MKULTRA mexe com o reino metafísico, esotérico e oculto - e não para bons fins. Ficar continuamente e intensamente atraindo os poderes das forças escuras, em última análise, desencadeia subprodutos, que têm um efeito sobre as massas desavisadas. Em suma, as pessoas perdem o seu "norte verdadeiro".

Em "Stranger Things", o subproduto que emerge do mundo invertido é um monstro sem rosto - uma criatura que as crianças chamaram de "Demogorgon".

 Demogorgon rapta crianças e os leva para o mundo invertido.

Embora esse monstro seja pura ficção científica, ele simbolicamente representa o lado monstruoso dos experimentos "científicos" da elite oculta. Atraído pelo sangue de crianças, Demogorgon os faz desaparecer da superfície da Terra e os leva para o mundo invertido, que representa o mundo sombrio dissociativo e maligno da elite oculta. Ao descrever Demogorgon, os personagens da série todos dizem que ele "não têm rosto" (muito parecido com o mundo do sistema MK real, que não tem rosto). O nome dado a esse monstro, Demogorgon, é significativo. Refere-se a uma força demoníaca poderosa:


No jogo de RPG Dungeons & Dragons, Demogorgon é um poderoso demônio príncipe. Ele é conhecido como o príncipe dos demônios, um título auto-proclamado que ele tem em virtude de seu poder e influência, que, por sua vez, é um título reconhecido por ambos os mortais e seus companheiros demônios. 

- Wikipédia


As origens da palavra Demogorgon referem-se a uma entidade do mal mencionada por estudiosos do ocultismo.


Demogorgon é um nome usado para se referir a uma divindade pagã ou demônio, associado com o submundo e encarado como um ser primordial poderoso, cujo nome tinha sido tabu. 

- Ibid.


Na série, Demogorgon representa a elite satânica que se alimenta de sangue de inocentes, raptando crianças e os usando para ganhar poder.

Em um ponto, Brenner, o manipulador MK, diz uma frase significativa:


"Seis ... seis ... seis pessoas foram levadas nesta semana."


Embora isso pareça ser aleatório, Brenner repete a palavra "seis" três vezes enquanto refere-se àqueles que foram sequestrados em Hawkins. É uma forma codificada de dizer que as crianças desaparecidas estão com o sistema 666? Uma coisa é certa, Will Byers é um deles.

Preso no mundo invertido, Will Byers está sendo progressivamente 
tomado por uma coisa repugnante penetrando seu corpo. Outra
 criança sendo destruída pelo sistema MK.

Outra vítima do sistema é Onze, uma escrava MK que foi sequestrada no nascimento.

Onze 

Onze amassa uma lata usando sua mente. 

Onze é uma menina que escapou do Laboratório Nacional usando seus "superpoderes". Através de pedaços de informação e flashbacks que estão por toda a série, os telespectadores vão juntando a trágica história de Onze - que se espelha no destino de milhares de crianças que desapareceram nas últimas décadas. Na verdade, através da história de Onze, "Stranger Things" descreve as partes do programa MKULTRA do mundo real.

Onze é a filha de uma mulher chamada Terry que voluntariamente participou de experimentos MKULTRA.


- Ela era parte de algum estudo na faculdade.

- MKULTRA?

- É, esse aí. Foi começou nos anos 50. Quando a Terry se envolveu, era para ele ter diminuído, mas daí as drogas ficaram mais fortes. Isso ferrou bonito com ela.

- E era a CIA que cuidava disso?

- Você e Terry teriam se dado muito bem. O homem com H maiúsculo. Eles pagavam uns 200 dólares para pessoas como minha irmã, davam drogas pra ela, psicodélicos... LSD, principalmente. E aí eles tiravam a roupa dela e a colocam nos tanques de isolamento.


Terry está convencido de que Onze foi roubada dela pela CIA depois de um "aborto" no terceiro semestre.

Como dissemos em artigos anteriores, escravos MK do sexo feminino são às vezes feitos sofrer "abortos" para causar trauma. Os bebês que nascem a partir dessas situações são mais fáceis de programar, pois eles já foram traumatizados.


Famílias que queriam filhos dissociativos viram que bebês dissociativos poderiam ter nascido se a criança no útero for torturada. Agulhas finas são inseridas da mãe para o feto para espetar a criança recém-nascida. Mães, que estão grávidas com crianças a serem programadas, também são severamente traumatizadas durante a gravidez com uma variedade de traumas, que traumatiza simultaneamente os bebês que elas carregam.

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula To Create A Mind Control Slave


Ao visitar o quarto feito para Onze na casa de sua mãe, o coelho branco de
 Alice no País das Maravilhas é bem visível. É um símbolo importante no mundo
 de controle mental. Da mesma forma que o coelho branco atrai Alice no espelho,
 os manipuladores MK atraem escravos para o lado negro do controle mental.

Em "Stranger Things", Onze nasce com um conjunto específico de habilidades.


"Ela diz que nasceu com habilidades especiais". "Telepatia, telecinese. Aquelas coisas que você pode fazer com sua mente. É por isso que o grande vilão roubou a Jane dela. A filha dela na verdade é uma arma para lutar contra os comunistas."


Em termos MK, Onze é um produto da programação Theta, que é centrado em torno de percepção extra-sensorial (PES). Não há nada de "ficção científica" sobre isso, no entanto. Está documentado que a CIA investiu dezenas de milhões de dólares em pesquisas nesse campo.


THETA - Considerado ser a programação "vidente". Pessoas de linhagem sanguínea (provenientes de famílias satânicas multi-geracionais) foram determinadas a apresentar uma maior propensão a ter habilidades telepáticas do que os demais. Devido às suas limitações evidentes, no entanto, várias formas de sistemas de controle mental eletrônicas foram desenvolvidas e introduzidas, ou seja, dispositivos de telemetria humanos bio-médicos (implantes cerebrais), lasers de energia dirigida usando microondas e/ou eletromagnetismo. É relatado que isso é usado ​​em conjunto com computadores altamente avançados e sistemas de localização por satélite sofisticados. 

- Ron Patton, Controle Mental



A programação Theta  tem esse nome, assim como a Programação Alpha, Beta e Delta, em parte, a partir dos quatro tipos de ondas cerebrais EEG. Ondas theta são frequentes em crianças. A guerra psíquica tornou-se um ramo da programação monarca. Essa é a programação theta. É o casamento de práticas ocultistas com o estado da arte da ciência. A ideia era ser capaz de copiar o que Eliseu fez para o rei da Síria (2 Reis 6:11-12), quando ele "telepaticamente" espionou o inimigo, descobriu seus planos, e, assim, arruinou suas chances de sucesso. Hoje, isso tem sido chamado de "ESPionagem" e o termo do Exército dos EUA é "Psicotrônica". Claro, a posição da CIA é que eles não pudessem encontrar qualquer coisa que funcionasse, mas isso não é verdade, porque os co-autores sabem de muitos alters Theta e sistemas de modelo Theta que têm a programação Theta bem sucedida. Os magos negros foram aprimorando suas habilidades sobre como desviar ataques mágicos durante séculos. São seus esforços superstição e bobagem vazia, ou será que eles realmente têm eficácia? Os Illuminati e Hitler acreditavam em magia negra. E nos últimos tempos, outros grupos envolvidos no controle mental baseado no trauma também investigaram sobre guerra psíquica baseada em magia.

Os militares e os Illuminati estão usando a telepatia, guerra psíquica, projeção astral e outras ciências ocultas com seus escravos programados. A capacidade de realizar algumas dessas ciências ocultas (habilidades psíquicas) pode ser bastante reforçada por certas drogas, padrões de ondas cerebrais, treinamento e demonologia.

- Fritz Springmeier, The  Illuminati Formula To Create a Mind Control Slave


Embora Onze tenha "superpoderes" que são considerados "muito impressionantes" por seus amigos, eles são claramente o produto de anos de abuso. Desde o nascimento, ela foi programada por um manipulador que ela chama de "Papa" (uma palavra real usada na programação MK). Depois de passar sua vida confinada dentro das paredes de um laboratório, Onze mal consegue se comunicar e mostra muitos sinais de trauma passado.

Onze fica assustada ao ouvir o trovão - talvez 
isso a faça lembrar de terapia de eletrochoque?

 Quando Onze não fazia o que era mandada  por seu manipulador, ela 
era levada a algum lugar para ser punida, enquanto seu Papa a assistia.
 Não há limites para o abuso que escravos MK devem passar.

Quando ela tinha um bom desempenho (ela matou dois guardas usando 
sua mente), ela é "recompensada" pelo Papa com alguma afeição. Isso 
é a forma como os manipuladores MK trabalham.

Desprovida de uma personalidade núcleo (que foi negada por seu manipulador), Onze temporariamente toma um "alter" para evoluir no "mundo real".

 Na programação Monarca, escravos MK são às vezes obrigados
 a usarem perucas (muitas vezes loiras), quando no mundo real.

No entanto, é dentro da pequena casa de Mike construída para ela que Onze ganha um pouco de sua humanidade de volta.

Fornecida com uma sensação de segurança, Onze torna-se menos máquina e 
mais humana. Seu abrigo pode representar o estar em contato com sua persona
 núcleo, o seu "eu"; salva do mal do mundo exterior.

Outros personagens da série são vistos escondendo-se em pequenos abrigos também.

Joyce consegue se comunicar com seu filho Will através de luzes de
 Natal visto que ela fica dentro de um pequeno armário. Estar em sintonia 
com o seu "eu núcleo" permite que seu filho entre em contato com ela. 

Will Byers foi ao Castelo Byers - um pequeno esconderijo
 que ele construiu. Em outras palavras, ele foi lá para se sentir
 seguro e estar em sintonia com a sua persona núcleo.

Apesar das várias alusões a um abuso em toda a série, Onze é, no entanto, retratada como uma "super-heroína" com superpoderes legais (ela é comparada ao X-Men e ao Lanterna Verde).

O fato de seus amigos a chamarem de El (na versão original em inglês, ela é chamada de El, que é um apelido para Eleven, onze) é também significativo. El é uma palavra semítica que significa "deus" ou "deidade". Como visto acima, há uma dimensão espiritual e metafísica para toda a série. O fato de que El está em contato com o metafísico confere-lhe um aspecto "divino".

 El é o único "salvador" capaz de encarar Demogorgon, a representação
 do mal. No entanto, o uso excessivo de seus poderes a leva a cometer o
 sacrifício final - dando a vida por seus entes queridos.

No final, o destino final de Onze é uma espécie de mistério. Depois de usar seus poderes para destruir Demogorgon, ela desaparece com ele. Ela morreu com ele ou ela voltou às mãos do sistema MKULTRA?

Nós sabemos que o chefe de polícia Hopper concordou em desistir de localizar Onze, em troca de o governo liberar Will. Hopper também prometeu não falar sobre qualquer coisa que ele descobriu sobre o sistema MK. Ele diz a mãe de Will:


"Olha, tudo o que aconteceu aqui e tudo o que vai acontecer, nós não falaremos. Você quer que o Will volte? Este lugar não tinha nada a ver com isso. Esse é o acordo".


Hopper deixa Eggos (o favorito de Onze) em uma caixa na floresta. Ele
 deixou aquilo para Onze, sabendo que ela está de volta no sistema MK
 (por causa dele)? Ou é uma oferenda a uma divindade morta?

No final, Onze está de volta aonde ela "pertence" e o sigilo do sistema MK é perseverado. Então, os mocinhos ganharam? Bem, pelo menos Will foi resgatado e voltou para sua família. Isso é uma coisa boa, certo?

Depois de voltar para casa, Will comemora o Natal com sua família. 
Quando ele vai para o banheiro, ele "vomita" uma criatura repugnante
encontra-se momentaneamente de volta ao mundo invertido.

Embora ele tenha sido resgatado do Demogorgon e do sistema MK, a experiência ruim de Will terá efeitos duradouros sobre ele. Na verdade, a programação de controle mental e do sistema demoníaco da elite perturbam a mente, corpo e alma para sempre.

Além de Will e Bárbara, que foram fisicamente sequestrados, outros personagens parecem ser afetados indiretamente pelo sistema MK. De fato, através de pistas sutis, a série estabelece uma forte conexão entre Onze - a escrava MK - e Nancy - uma menina suburbana perfeita.

A Ligação entre Onze e Nancy

Embora MKULTRA seja uma operação ultra-secreta, a série implica que isso tem repercussão em toda a população. Como dito acima, o portal faz com que bússolas não apontem para o verdadeiro Norte e, talvez, ele faça o mesmo com bússolas morais.

Enquanto Onze é um produto estranho, único e enigmático de um experimento do governo, Nancy é o oposto exato: uma garota normal de uma família normal vivendo em um bairro suburbano regular. No entanto, ambos os personagens estão ligados através de várias cenas.

Onze, que está molhada da chuva, é dada roupas secas. Ela imediatamente 
despe-se na frente de seus amigos, levando-os a surtar. Esta cena retrata a falta de
 privacidade os limites nas mentes dos escravos MK e pode implicar abuso sexual 
em seu passado. Mike, então, envia-a para o banheiro para se trocar e diz
 a ela: "Privacidade. Entende?".

 Depois de ser empurrada na piscina, Nancy é dada roupas secas 
pelo seu namorado. Ela então diz a ele "Um pouco de privacidade talvez?".

Ela, em última análise, despe-se na frente dele. A série reflete a relação de Nancy com Steve - um cara que é uma espécie de babaca, um pouco insistente e um pouco manipulativo - com o sofrimento de Onze, uma escrava MK programada por um manipulador. Apesar de Nancy não ser forçada a fazer nada, a série traça um forte paralelo entre ela perdendo sua inocência (tendo relações sexuais com Steve) e controle mental - como se estivesse dizendo que toda a população está "sob o feitiço" desse sistema.

 A cena de Nancy tendo relações sexuais com Steve é ​​justaposta com a amiga 
Bárbara sendo capturada pelo monstro e levada para o mundo invertido.

Ao dar um close na mão de Nancy durante o sexo e na mão de Bárbara enquanto 
ela é levada pelo monstro, a série mais uma vez, compara ela perdendo a sua 
"inocência" para uma menina que está sendo sequestrada pelo sistema MK.

 No dia seguinte, Nancy se sente envergonhada e diz a Steve que "todo mundo está 
olhando para ela". Ele diz a ela que isso não é uma grande coisa. Então, sem nenhuma
 razão aparente, ele aponta para uma borboleta em seu armário e diz: "Hummm". 
Se você é novo neste site, borboletas representam a programação Monarca.

Ao longo da série, os personagens observam que, desde que ela deitou-se com Steve, Nancy é uma "pessoa diferente", da mesma forma que escravos MK tornam-se pessoas diferentes. Dustin observa que "ela costumava ser legal". Bárbara diz a Nancy: "Isso não é você." Jonathan diz sobre Nancy: "Eu vi essa menina, tentando ser outra pessoa".

O destino final de Nancy também é idêntico ao de Onze. Enquanto ela parecia estar se rompendo com o feitiço aparentemente irresistível de Steve, ela acaba voltando para ele.

 Será que Steve realmente mudou ou isso é uma forma de voltar 
com Nancy? Eu acho que vamos saber só na segunda temporada.

Conclusão

Enquanto a maioria dos críticos se concentraram no fator "nostalgia" de "Stranger Things", a série é muito mais do que a estética dos anos 80. Ela aborda um aspecto perturbador da história americana e, através do simbolismo ostensivo e sutil, revela as implicações mais profundas e metafísicas da interminável busca pelo poder da elite.

"Stranger Things" não é um documentário, no entanto. É um show de "ficção científica" que acaba representando o MKULTRA como uma arma contra o comunismo. Embora sutilmente aludindo ao abuso, a série apresenta uma versão bastante "light" do MKULTRA, que é desprovida de seus aspectos mais terríveis. Isso pode levar os espectadores a acreditar que o MKULTRA "não é tão ruim", ou pior, que é tudo ficção.

No final, a série faz aquilo que o simbolismo faz: ela revela àqueles que a conhecem enquanto esconde daqueles que estão na ignorância. Ou você acredita que a história é um reflexo dos poderes constituídos e as forças escuras que os governam... ou isso não é nada, mas apenas uma busca assustadora de um jogo Dungeons & Dragons contada por mestres poderosos.

Fonte: VC

Um Significado Mais Profundo da Série "True Detective"
"Lucy": Um Filme sobre a Filosofia Luciferiana

Encenação de Ritual de Sacrífico Humano no CERN é Flagrada em Vídeo

[ domingo, 21 de agosto de 2016 | 8 comentários ]

Surgiu um vídeo online de uma estranha cerimônia ocorrida no CERN, onde indivíduos encapuzados, reunidos em torno da estátua de Shiva, encenaram um ritual "esfaqueando" uma mulher vestida de branco.

O vídeo, filmado de um edifício próximo, mostra vários indivíduos vestidos com capuzes negros, que entram pela entrada principal do laboratório de física mais top do mundo, participando de um ritual oculto, que culmina no esfaqueamento de uma mulher como em  um "sacrifício humano".

Aqui está o vídeo.


O ritual aconteceu na frente da estátua de Shiva.

 Esta estátua do deus hindu Shiva fica na entrada do CERN, onde o Grande 
Colisor de Hádrons foi recentemente reativado. Shiva também é conhecido como 
"O Destruídor" - o seu dever é o de "destruir mundos no final da criação e 
dissolvê-los em nada". Essa é uma adição estranha para um lugar científico.

Pouco antes do relançamento do Grande Colisor de Hádrons, o CERN lançou um vídeo bizarro intitulado "Dance of Destruction" (Dança de Destruição) que deu ao evento científico um contexto sombrio e ritualístico (o vídeo também apresenta alguém vestido de preto "sacrificando" alguém vestido de branco).


No início deste ano, a Suíça organizou outro ritual oculto maciço: A cerimônia de abertura do túnel Gotthard na Suíça (leia o artigo sobre isso aqui).

A cerimônia culminou com a adoração em massa de um homem-bode.

Um porta-voz do CERN confirmou na quarta-feira que uma investigação foi conduzida após o lançamento do vídeo filmado durante a noite em seu campus de Genebra. Em um e-mail enviado à AFP, o porta-voz escreveu:


Essas cenas foram filmadas nas nossas instalações, mas sem permissão ou conhecimento oficial. O CERN não tolera esse tipo de brincadeira, o que pode gerar mal-entendidos sobre a natureza científica do nosso trabalho. A "investigação" em curso foi um "assunto interno".

- Mail Online, ‘Human sacrifice’ ceremony at Geneva’s CERN laboratory – involving cloaked men ‘stabbing a woman’ at night – is investigated by chiefs at world-famous science centre


O porta-voz no entanto confirmou que a área onde a cerimônia aconteceu era altamente segura e que as pessoas no vídeo provavelmente tinham crachás do CERN.


"Os crachás do CERN são sistematicamente controlados em cada entrada do CERN, seja de dia ou de noite. O CERN recebe todos os anos milhares de usuários científicos de todo o mundo e, por vezes, alguns deles deixam seu humor ir longe demais. Isso é o que aconteceu nessa ocasião".

 - Ibid.


Embora alguns afirmem que o vídeo é "fake", "pegadinha" e um produto de jovens fazendo "trollagem", não se pode negar estes fatos: (1) O ritual realmente aconteceu (2) à noite (3) em uma área altamente segura no CERN (4) por pessoas que tinham crachás do CERN (5) que tiveram o trabalho de arrumar as roupas necessárias (6) e encenar essa cerimônia. Por que alguém estaria filmando aleatoriamente a entrada do CERN antes de tudo isso acontecer? Isso é algo para se pensar também.

Não importa quais sejam as verdadeiras intenções por trás desse ritual, o resultado final é o mesmo: é mais um evento ritualístico estranho associado ao CERN.

Fonte: VC

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"Don't Hug Me I'm Scared" é sobre Lavagem Cerebral pela Mídia de Massa e... MKULTRA

[ sábado, 20 de agosto de 2016 | 10 comentários ]

"Don't Hug Me I'm Scared" (Não me abrace, estou assustado) é uma websérie de seis vídeos enigmáticos que viraram um "fenômeno". Por trás da estranheza, no entanto, existe uma mensagem mais profunda: trata-se de lavagem cerebral da mídia de massa e MKULTRA.

Ao longo dos últimos anos, tenho recebido alguns e-mails sobre "Don't Hug Me I'm Scared", uma websérie envolvendo fantoches e um monte de bizarrice. Os leitores astutamente identificaram símbolos e mensagens nos vídeos que apontavam para um significado mais profundo e perturbador. Agora que o vídeo final foi publicado e a história está completa, eu posso inteiramente concordar com esses leitores: "Don't Hug Me I'm Scared" não é apenas sobre a bizarrice aleatória. Ela esconde uma mensagem sobre os efeitos da mídia de massa no mundo, como ela molda as opiniões das pessoas, e como ela ataca deliberadamente as mentes dos jovens impressionáveis. E mais perturbador ainda, a série também descreve a manipulação de agentes que trabalham nos meios de comunicação que utilizam técnicas de lavagem cerebral MKULTRA de verdade até que estejam completamente manipulados. Coisas muito pesadas para um show de fantoches.

Os vídeos foram criados pelos artistas britânicos Becky Sloan e Joseph Pelling em 2011. Cada episódio é feito para parecer como um programa de televisão infantil típico, que consiste em bonecos cantando e falando, semelhantes aos do Vila Sésamo, mas, no final, a história toma um rumo obscuro, geralmente envolvendo terror. O primeiro episódio teria sido criado com pouco ou nenhum orçamento. Depois que o vídeo ganhou popularidade, um segundo vídeo foi encomendado pelo Channel 4, uma emissora de televisão britânica (note que essa emissora também patrocinou "Prototype" de Viktoria Modesta, um vídeo de música que está cheio de simbolismo MK - leia meu artigo sobre isso aqui). A série, em seguida, decolou, com cada episódio indo mais fundo nas profundezas da Programação Monarca (se você não sabe o que é isso, por favor leia este artigo primeiro). Mais do que simplesmente satirizar os programas para crianças, "Don't Hug Me I'm Scared" pinta um quadro desolador dos meios de comunicação e da sociedade como um todo. Vamos olhar para os episódios.

Episódio 1


O primeiro episódio começa com os três protagonistas do show, Red Guy, Yellow Guy, e Duck Guy, sentados ao redor de uma mesa na cozinha. Alguns itens mostrados nessa cena vão reaparecer ao longo da série, que são a data 19 de Junho e o quadriculado preto e branco.

Em seguida, Sketchbook vem à vida e explica aos amigos como "ser criativo".

O bloco de notas faz o sinal do um olho, enquanto 
ensina os bonecos como olhar para as nuvens criativamente.

No entanto, rapidamente percebemos que existem fortes contradições na mensagem de Sketchbook.

 Quando Yellow Guy pinta uma imagem de um palhaço, 
Sketchbook lhe diz "Calma, amigo, você precisa ir devagar". 
Daí uma tinta preta começa lentamente escorre a pintura. 

 Quando perguntado por sua cor favorita, Yellow Guy
 escreve verde. Sketchbook nega sua resposta afirmando 
que "o verde não é uma cor criativa".

Quando Sketchbook diz: "Ouça seu coração, ouça a chuva, ouça as vozes dentro de seu cérebro", as coisas começam a ficar sombrias.

 Primeiro, vemos a câmera mostrando os "bastidores" do programa
 de TV, deixando-nos saber que os bonecos são na verdade 
atores nesse programa de TV infantil.

Em seguida, os bonecos "ficam criativos", o que significa que 
eles fazem um monte de coisas perturbadoras e surtam completamente.

Por conseguinte, esse primeiro episódio prepara o terreno para o resto da série. Ele descreve três bonecos sendo usados com um pouco de má vontade em um programa de TV que ensina mensagens não saudáveis ​​para crianças.

Episódio 2 

O segundo vídeo é chamado "TEMPO" e apresenta Tony o Relógio Falante que ensina sobre a imparável natureza do tempo... e que todo mundo vai ser submetido à morte inevitável e à decadência.

Tony o Relógio Falante ensinando sobre o tempo. Ainda é 19 de junho.

Embora Tony o Relógio Falante cante sobre como o tempo continuamente avança para a frente, o tempo está, aparentemente, ainda no mundo dos fantoches. Ao longo da série, é claro que é sempre o mesmo dia.

O relógio aponta para um  quadro dos três amigos. Ele está
datado 19-06-55 (19 de Junho, 1955), o "hoje" em cada vídeo.

O relógio, em seguida, leva os amigos a uma viagem psicodélica através do tempo do passado para o futuro.

Red Guy e Duck Guy são então vistos com seus cérebros conectados a um 
computador gigante encimado por um globo ocular gigante. Estamos começando 
a compreender que os bonecos estão sob controle mental literal. Os quadros 
na parede e o calendário implicam que nada é real em suas mentes.

É durante esse episódio que vemos Roy, o pai do Yellow Guy. Cada vez que o vemos, uma música estranha toca no fundo.

O pai de Yellow Guy é o manipulador MK por trás de tudo... 
e Yellow Guy vai acabar sendo o escravo programado.

Em cada episódio, um personagem "amigável" aparece do nada para cantar uma música educacional. Mas sempre acaba mostrando sua verdadeira face: maligna, sádica e manipuladora. Em suma, eles são enviados pelo manipulador para programar os bonecos, que são então utilizados para programar os telespectadores. Através de canções hipnóticas e subversivas, os "amigos" de canto atraem os bonecos para um estado dissociativo, onde o trauma os aguarda.

O relógio fica extremamente irritado quando Duck Guy propõe uma definição 
alternativa de tempo. Ele também observa de forma assustadora o tempo avançando 
rapidamente e os bonecos experimentando a sua própria decadência em tempo real.

 Os bonecos testemunham como seu corpo irá decair com o 
tempo. No mundo MK eles estão sendo submetidos a trauma.

Em seguida, percebemos que toda essa experiência ruim era parte do programa de TV dos amigos.

Tony o Relógio Falante está na TV. Assim como acontece com a 
programação MK, torna-se difícil distinguir entre realidade e ficção.

SOCORRO

Nos dois vídeos curtos SOCORRO e SOCORRO #2, os bonecos são mantidos em cativeiro por assaltantes que pedem dinheiro. Embora isso tenha sido principalmente uma maneira de promover a campanha do "Don't Hug Me I'm Scared", os vídeos continuaram a reforçar o conceito dos bonecos como vítimas de trauma.

Red Guy é obrigado a ler uma nota sob ameaça de ser
 atingido na cabeça com um martelo por um monstro ao
 estilo ISIS. A data ainda é 19 de junho de 1955. 

Episódio 3

A terceira parte da série gira em torno do conceito do amor e vai mais a fundo no conceito do controle mental.

 O vídeo começa com um folheto "Ainda Desaparecido"que caracteriza os 
três personagens. Eles estão desaparecidos desde 19 de junho... que é hoje.

Como escravos MK, os bonecos estão, literalmente, "desaparecidos" da realidade, onde o tempo não passa (apesar do que Tony o Relógio Falante estava cantando).

Embora eles estejam "desaparecidos", os três
 amigos estão desfrutando de um piquenique.

Os bonecos estão sentados, mais uma vez, em uma superfície quadriculada dualista. No simbolismo oculto, o quadriculado é a superfície ritualística em que ocorre profunda transformação. No controle mental, essas propriedades ocultas são usadas ​​durante a programação.

 Várias pinturas de Kim Noble (uma sobrevivente do 
MKULTRA) proeminentemente apresentam padrões dualistas. 
É parte integrante da programação de controle mental. 

Então Yellow Guy vê algo simbólico que indica o início da programação.

 Uma borboleta voa em torno de Yellow
 Guy, que fica fascinado por ela.

Como afirmado em vários artigos neste site, os vídeos que utilizam o simbolismo da programação Monarca, muitas vezes indicam o início de uma sequência de programação com uma borboleta que atrai o escravo a uma realidade alternativa (como no vídeo da música "Just Like Fire" de Pink). Neste caso, a borboleta leva Yellow Guy para completar a dissociação.

 Yellow Guy literalmente vai "além do arco-íris" (código 
para dissociação em controle mental Monarca). A borboleta
 realmente diz "vamos lá, além do arco-íris".

Em cada vídeo, a programação do manipulador é representada por um personagem bonito que leva o boneco ao trauma. Na imagem acima, Yellow Guy está literalmente nas nuvens, com personagens estranhos e até mesmo um cogumelo, o que pode implicar que ele está sendo drogado.

Como de costume, as coisas se tornam escuras e perturbadoras muito rapidamente. Yellow Guy (que não é muito inteligente) é levado a acreditar que ninguém nunca vai amá-lo... a menos que ele faça o que a borboleta diz.


"Esta é a sua chance de começar de novo. E tudo que estamos pedindo que você faça é mudar o seu nome, e limpar seu cérebro e esquecer tudo o que já conheceu."


Seu cérebro está literalmente sendo lavado.

Atrás de Yellow Guy estão Red Guy, Sketchbook, Tony o Relógio Falante 
e, mais importante, seu próprio pai, o manipulador por trás de tudo. Estão 
todos testemunhando sua programação. 

Yellow Guy também é convidado a adorar Malcolm, 
o "Rei do Amor" ... e alimentá-lo com cascalho.

Como o resto da série, esse episódio comenta sobre como a mídia força ideias específicas sobre os telespectadores. Da mesma forma que Yellow Guy é convidado a adorar Malcolm e alimentá-lo com cascalho, a fim de encontrar o amor, as massas são convidadas a adorar coisas estúpidas e gastar dinheiro para se sentirem felizes e amadas. Num nível mais profundo, o episódio também mostra a programação de controle mental real de Yellow Guy, a estrela do programa de TV para crianças.

Episódio 4

O episódio 4 começa com os três amigos jogando um jogo de tabuleiro. Mais uma vez, existem vários detalhes sutis que confirmam a presença de programação.

Os amigos estão, aparentemente, dentro da casa do Yellow Guy - há uma foto 
dele e de seu pai Roy (o manipulador) na parede. Debaixo da mesa há um tapete
 com um olho que tudo vê no centro e quatro "olhos" quadrados em cada canto. 

Os mesmos "olhos quadrados" são encontrados em seu jogo 
de tabuleiro, combinados com o padrão quadriculado super
 importante. Eles ainda estão sendo programados.

Atrás de Yellow Guy  está a cabeça de Malcolm, o Rei do Amor, provando 
que ele integrou essa parte em sua programação. Além disso, de acordo com
 a caixa de leite, os três amigos ainda estão desaparecidos - mesmo
 eles estando dentro da casa do Yellow Guy. 

Quando um cartão de seu jogo pergunta "Qual é a coisa mais importante do mundo", os amigos olham para o globo. Estudar o globo é realmente uma maneira saudável de aprender sobre o mundo real. No entanto, um computador estúpido ligeiramente interrompe suas pesquisas.

 O computador chama a si mesmo de "homem-
computador" e continua  fazendo erros gramaticais. 

Mais uma vez, encontramos aqui uma observação sobre a mídia de massa. Esse programa de TV voltado para as crianças os distancia de informações verdadeiras (aprendendo do globo) e os atrai para aprender informações inúteis.

O computador começa a fazer todos os tipos de perguntas pessoais aos 
amigos. Esse programa de TV de crianças está tentando normalizar a 
vigilância em massa, apresentando-se para os telespectadores como
 algo inocente e inofensivo.

Quando Red Guy diz ao computador para "calar a boca" e bate nele, os amigos são transportados para o "mundo digital". Em termos MK, eles são levados para a dissociação. Mais uma vez, isso representa simbolicamente eles sendo programados por seus manipuladores.

No mundo digital, os amigos seguem por um piso quadriculado, o que implica 
que eles estão seguindo o roteiro de programação como previsto pelo manipulador.
 Um grupo de olhos arregalados e uma pirâmide aparecem no segundo
 plano: simbolismo básico da elite oculta.

O show não é sobre ensinar as crianças sobre os computadores mais: é uma provação confusa onde o computador atua como um agente do manipulador MK.

O computador representa simbolicamente o que os
 manipuladores MK fazem para seus escravos: retiram sua
 persona núcleo através de trauma e dissociação.

Ao olhar para um espelho, Yellow Guy não se vê, mas sim uma 
versão digital e "programada" de si mesmo: seu alter-persona.

À medida que eles se aprofundam no mundo digital, os bonecos encontram-se dentro de um redemoinho hipnótico de sons e imagens. Red Guy, o cara mais crítico no grupo, fica cansado disso e tenta sair da programação.

Red Guy encontra-se no "mundo real" (ou uma versão um
 pouco distorcida disso). Ele é um ator no programa de TV 
infantil que utiliza captura de movimento.

Red Guy não deveria estar ciente dessa realidade, porém - sua cabeça literalmente explode. Escravos MK não podem quebrar sua programação e, se o fizerem, eles são muitas vezes programados para se "auto-destruirem".

Episódio 5

Duck Guy e Yellow Guy estão sentados em uma cozinha e parece que está faltando algo.

Duck Guy e Yellow Guy são também programados para 
perceber plenamente que Red Guy está desaparecido. Observe
 o "Homem-Computador" na geladeira. 

Ao olhar em volta, os amigos olham para uma foto na geladeira duas vezes separadamente. A imagem fica um pouco diferente na segunda vez.

Após a segunda olhada, Red Guy está agora fora da 
casa, na janela, e Duck Guy tem X em seus olhos. A 
imagem prediz algo terrível que está por vir. 

Nesse episódio, a comida começa a cantar sobre alimentação saudável. Como de costume, eles dão conselhos terríveis. Durante a canção, um telefonema interrompe tudo.

O telefone vermelho representa a ligação entre o mundo falso 
dos meios de comunicação de massa e a dura realidade do MKULTRA.

Quando ele pega o telefone, Duck Guy se encontra em 
uma sala cirúrgica escura. A julgar pelo monitor, ele está
 em dois lugares ao mesmo tempo. 

Enquanto isso, uma costeleta de cordeiro gigante canta sobre alimentação saudável. A canção é confusa e cheia de contradições, que lembra os jogos de mente utilizados por manipuladores MK para confundir e hipnotizar os escravos MK. Duck Guy não pode mais aceitar isso e tenta fugir. Ele não pode ir longe.

 Em uma cena bastante horrível, as vísceras 
do Duck Guy são arrancadas para fora. 

Vemos, então, Yellow Guy comendo latas cheias
 do Duck Guy. Ele está comendo seu amigo! 

É nesse momento que entendemos que Yellow Guy é o foco principal da programação MK. Os outros dois eram dispensáveis ​​- e provavelmente não totalmente programáveis. Nesse episódio, Yellow Guy foi exposto a trauma extremo: ele foi forçado a perder o seu amigo... e depois comê-lo. Ele está sendo completamente destruído psicologicamente para que possa ser reprogramado.

Episódio 6

No sexto e último episódio, as coisas chegam a uma conclusão perturbadora.

Yellow Guy em seu quarto, chorando porque
 seus amigos se foram. Ainda é 19 de junho. 

Nesse ponto, percebemos que toda a série aconteceu basicamente num mesmo lugar num único dia. O primeiro episódio foi durante o café da manhã, em seguida, cada episódio progrediu ao longo do dia até o horário de ir para cama. Mas por que tudo aconteceu em 19 de Junho de 1955, especificamente? Existe algo significativo sobre esse dia especial?

Primeiro, em 19 de junho de 1955 foi dia dos pais, o que dá às coisas um ar triste, considerando que o manipulador na história é o pai do menino. Segundo, o ano de 1955 foi o período pós-guerra, uma época expansiva para a experimentação MKULTRA, bem como a programação subliminar na TV. Nos dias de hoje, ambos os campos atingiram um nível muito sofisticado e quase imperceptível. (Curiosidade: O episódio final foi lançado em 19 de junho de 2016).

Quando Yellow Guy está finalmente pronto para ir dormir, a lâmpada acima dele toma vida e canta sobre sonhos. Yellow Guy dá gritos de horror, porque ele sabe que a canção vai inevitavelmente se transformar em trauma. E ele está certo: ele está de volta ao seu estado dissociativo.

De volta à dissociação (representado por um mundo dos 
desenhos animados), vemos a mente de Yellow Guy virando 
um show. Quem está na platéia? Seu pai, o manipulador.

Enquanto segue a sempre presente estrada do quadriculado preto e branco,
 Yellow Guy vê uma borboleta (programação Monarca), um cogumelo (drogas),
 uma máquina de controle mental encimada por um olho gigante,
 e, claro, seu pai, o manipulador.

O "sonho" de Yellow Guy se transforma em um verdadeiro pesadelo
 quando ele se afoga no líquido preto (semelhante ao que foi derramado 
sobre a sua pintura no primeiro episódio).  Simulação de afogamento 
é um método de tortura clássico na programação MK.

Enquanto isso, Red Guy aparentemente está tentando viver uma vida normal no "mundo real".

Red Guy tem um trabalho chato em um mundo 
sem graça onde todo mundo se parece com ele. 

Depois do trabalho, Red Guy sai e todo mundo tem a mesma 
aparência. Estão os criadores da série dizendo que o mundo real 
está preenchido por um bando de clones conformistas? 

Red Guy sobe no palco para se apresentar ao público.

Ele canta uma música sobre criatividade escutada no
 primeiro episódio. Ele até replica as partes cantadas
 por seus amigos. (RIP Duck Guy). 

Essa cena é bastante triste. É basicamente um escravo MK tentando se expressar. No entanto, tudo o que ele sabe foi programado nele para ele saber. Portanto, sua "saída criativa" é cantar algo que ele foi forçado a aprender. Ironicamente, essa música era sobre "criatividade".

Todo mundo na plateia odeia a música... exceto talvez uma pessoa.

Roy, o manipulador, está no meio da plateia. 

Roy, aparentemente, encontrou Red Guy para trazê-lo de volta a sua programação. Escravos MK não podem ser deixados soltos no mundo real por muito tempo.

 Red Guy se encontra de volta no mundo MKULTRA. Será que 
ele estava no "mundo real"? Foi tudo um sonho? Realidade 
e ficção são extremamente obscuras para os escravos MK.

Red Guy encontra a máquina que desencadeia as músicas que são
 usadas ​​para programar os amigos. Observe que há um carretel de vídeo 
um teclado musical, dando a entender que música e o vídeo são usados
 ​​para controlar os escravos MK e, em maior escala, as massas.

Roy, o manipulador, aparece e tenta pegar Red Guy com um
 braço extremamente longo (o mundo MK é muito estranho).

Red Guy desliga a máquina tirando-a da tomada. Será que ele se desligou do 
controle mental? Será que as massas desconectaram-se do controle da mídia?

Vemos, então, os três amigos sentados a uma mesa, parecendo 
um pouco diferentes. Eles estão nas cores mencionadas no 
primeiro episódio como sendo suas cores favoritas.

Uma página cai do calendário. É, finalmente, 20 de junho.

É um novo dia. São esses os nossos amigos? Eles estão livres agora? Não tenho certeza.

Sketchbook vem à vida novamente, cantando a sua canção. 
A programação continua com o mesmo piso quadriculado presente.

É a mesma história em um dia diferente. Para as crianças que assistem ao programa de TV, é apenas mais um dia de programação de TV.

Conclusão

"Don't Hug Me I'm Scared" é uma aventura estranha e perturbadora que se prestou a todos os tipos de teorias e interpretações. No entanto, é difícil não ver a abordagem mordaz da série aos meios de comunicação, que têm como alvo as crianças e fazem uma lavagem cerebral nelas em conformidade com a vontade da elite.

Através do simbolismo, a série também aborda a forma mais direta e brutal de lavagem cerebral: o controle mental Monarca, também conhecido como MKULTRA. De fato, a série expõe todo o mundo MKULTRA, desde seu simbolismo distinto até às técnicas horríveis usadas ​​para causar trauma e dissociação. Somos mostrados essas técnicas que estão sendo usadas ​​nos personagens, dando a entender que as pessoas que conhecemos e amamamos em nossos meios de comunicação também podem ter sofrido uma lavagem cerebral e podem ser escravos MK.

Será que "Don't Hug Me I'm Scared" é um alerta contra os males do controle mental ou ele simplesmente propaga mais da cultura doentia da elite para as massas? A resposta depende se você puxou o plugue da máquina ou não.

Fonte: VC

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