OS MISTÉRIOS DE HOLLYWOOD - PARTE II

"Os Mistérios de Hollywood" é a nova série do nosso blog e canal. Espero que vocês estejam compartilhando para que mais pessoas se interessem por esses assuntos. A parte II é basicamente a continuação do caso Kurt Cobain, um dos maiores mistérios da década de 90. Existem várias evidências que suportam a teoria de que Kurt foi possivelmente assassinado, como vocês viram na parte I e verão nesta continuação. Se quiserem aprender mais sobre o caso, assistam ao excelente... LEIA O RESTANTE AQUI

O Tiroteio na Igreja do Texas foi Previsto nos Meios de Comunicação de Massa

[ terça-feira, 7 de novembro de 2017 | 4 comentários ]

Uma cena perturbadora no filme de 2014 "Kingsman: Serviço Secreto" apresenta o herói que mata uma congregação inteira dentro de uma igreja do estilo batista, no sul dos EUA, semelhante à do Texas.

No dia 5 de novembro, Devin Kelley entrou na Primeira Igreja Batista de uma pequena cidade no Texas durante o culto de domingo, enquanto usava uma máscara de caveira e um colete balístico. Armado com um rifle Ruger AR-556 e duas pistolas, Kelley disparou contra a multidão, matando 26 pessoas, incluindo várias crianças.

Devin Kelley 

Ao contrário de vários atiradores em massa no passado, Devin Kelley havia servido nas forças armadas há algum tempo, incluindo um período de 12 meses em confinamento.


Kelley já foi membro da Força Aérea dos EUA, disse a porta-voz Ann Stefanek. Ele atuou na prontidão logistica na Base da Força Aérea Holloman no Novo México, começando em 2010.

Kelley foi julgado em 2012 por dois enquadramentos no artigo 128 do Código Uniforme de Justiça Militar, agressão ao cônjuge e agressão a seus filhos, disse Stefanek. Kelley recebeu uma advertência de má conduta, confinamento de 12 meses e uma redução de classificação, disse ela. A Força Aérea não forneceu a data da alta. 

– CNN, What we know about Texas church shooting suspect Devin Patrick Kelley


Vários relatos sobre Kelley estão aparecendo nos meios de comunicação de massa. Alguns relatórios jornalísticos afirmam que ele era um "ateu agressivo" que postava frequentemente nas redes sociais. Seu perfil no Linkedin afirma que ele era um ex-professor de estudo bíblico, o que é um pouco contraditório com fazer um tiroteio numa igreja.


Tanto a família quanto a esposa tinham vínculos fortes com a igreja. De acordo com um perfil na Indeed.com, a esposa de Kelley era uma "professora para crianças pequenas" na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, de junho de 2009 a março de 2013. Suas responsabilidades incluíam ensinar as crianças a respeito de Deus, ajudando com "suas experiências de vida", e sendo uma "influência positiva em suas vidas", afirmou a página

– Heavy, Danielle Shields Kelley: 5 Fast Facts You Need to Know


Novos relatórios policiais afirmam que Kelley teve "problemas" com sua sogra, que geralmente frequenta a igreja, mas ela não estava presente naquele dia.

Então, o que realmente motivou o atirador a matar? Ele poderia ter sido programado nas forças armadas para realizar essa horrível missão? Uma coisa parece certa: o público estava programado para testemunhar isso.

Descrevendo a cena horrível em Sutherland Springs, o xerife do condado, Wilson Joe Tackitt, afirmou:


 "Ele simplesmente desceu o corredor central, virou-se e, pelo meu entendimento, começou a atirar. É inacreditável ver crianças, homens e mulheres deitados lá. Pessoas indefesas".


A Primeira Igreja Batista no Texas.

Esse cenário é estranhamente semelhante a uma cena no filme "Kingsman: Serviço Secreto". Até mesmo a igreja é semelhante.

A congregação da igreja louvando no filme "Kingsman: Serviço Secreto".

Galahad, um dos protagonistas do filme, levanta-se durante o sermão e diz a uma mulher:


"Eu sou um puto católico que está curtindo ter relações sexuais extraconjugais com meu namorado negro judeu que trabalha numa clínica militar de aborto... Então viva satã e tenha uma ótima tarde, senhora".


Galahad então começa a matar todas as pessosa na igreja, em uma cena longa, arrastada, extremamente violenta, com música rock tocando no fundo.

Galahad atira na cabeça de uma mulher.

No final, ele mata todo mundo na igreja. Ah, e ele é o mocinho.

Quando Galahad deixa a Igreja South Glade Mission, 
vemos uma mensagem sombria: a América está condenada.

No artigo do filme "Kingsman: Serviço Secreto" ou Como Vender a Elite Oculta aos Jovens, expliquei como todo esse filme divulga a agenda da Elite. Ele até mesmo termina com a elite mundial escondida em um local remoto, à medida que as massas são mortas.

No filme, a ato assassino de Galahad é explicado por ele ser "controlado mentalmente" por um chip em seu telefone. Será que Kelley também estava controlado mentalmente?

Uma coisa é certa: o assassinato de pessoas enquanto adoram ativamente a Deus é, em um nível espiritual, extremamente poderoso.

Mortos enquanto adorava

As pessoas de fé cristã chamam sua igreja da "casa de Deus". Dentro da "casa de Deus", elas oram e comungam com Deus. Para muitos, é um momento sagrado e solene de intensa espiritualidade. Entrar na "casa de Deus" e transformá-la num banho de sangue, enquanto a congregação está em adoração ativa é, em um nível espiritual, um ritual satânico.

Como visto acima, em "Kingsman", logo antes de matar todos os que estavam louvando em uma igreja, Galahad diz "Salve Satanás". As sincronicidades da mídia de massa não param por aí.

A série violentíssima "Preacher" acontece no Texas. O
 pôster oficial apresenta uma igreja de cabeça para baixo que 
nos obriga a ver uma cruz invertida: um símbolo do satanismo.

Poucas horas depois do disparo da igreja, Marilyn Manson (um membro da Igreja
 de Satanás) apareceu no palco, apontando um rifle falso para o público. O rifle tem
 uma Cruz de Lorena invertida sobre ele. O concerto ocorreu em San Bernardino,
 uma cidade que passou por um tiroteio em massa em dezembro de 2015.

A Normalização do Horror

Dois dos mais massivos tiroteios em massa na história americana aconteceram nos últimos 35 dias. Na sequência dessas tragédias, como se fosse um novo costume, muitos imediatamente postaram nas redes sociais sobre a tragédia, usando-a para justificar suas agendas políticas, ignorando qualquer tipo de consideração humana no processo.

Na verdade, nesses tempos obscuros pontuados por tiroteios em massa sem sentido, o custo humano das tragédias é quase completamente ignorado. Muitos agora aguardam ansiosamente para que a identidade dos atiradores sejam reveladas, para que possam começar a apontar os dedos e promover a agenda. Parece que a série interminável de assassinatos em massa que aconteceu em todo o mundo fez as pessoas indiferentes ao sofrimento humano. Os tiroteios em massa são agora "pontos de controle político", argumentos convenientes para surgir durante os debates políticos. Pior ainda, o ditado "Rezando por..." tornou-se um meme irônico, um reflexo de como a sociedade se tornou impotente diante de um horror intolerável.

No entanto, não se pode culpar pessoas normais por não se importar o suficiente. Se ficássemos deprimidos por dias toda vez que um tiroteio acontecesse, não poderíamos mais funcionar. O fato é que, quando uma fonte de dor está se repetindo, o corpo humano responde naturalmente anestesiando a fonte da dor para poder preservar sua saúde. Do mesmo modo, os pés descalços expostos a terrenos rudimentares durante todo o dia tornam-se mais espessos e endurecidos ao longo do tempo, assim como nossa capacidade de sentir tristeza inevitavelmente torna-se mais fraca a cada tragédia recorrente.

É para isso que estamos caminhando. Mais precisamente: é para onde estamos sendo levados. Estamos sendo anestesiados com o assassinato de pessoas inocentes, entorpecidas pela dor e sofrimento de outros humanos. As pessoas ficam discutindo sem parar entre si sobre "muçulmanos malvados", "liberais do mal" e "conservadores do mal", sem perceber que estamos todos no mesmo barco.

Essa fonte desses assassinatos é a mesma fonte que produz os filmes e as músicas que estamos pagando para ver e ouvir. Nós todos somos o inimigo que estamos tentando vencer: nossas mentes, nossas almas, até nossa capacidade de sentir compaixão. Através do terror deles, eles estão nos entorpecendo, dividindo-nos e desmoralizando-nos. E através de seus meios de comunicação, eles estão nos preparando.

Fonte: The Vigilant Citizen

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Imagens Simbólicas (setembro & outubro/17)

[ domingo, 5 de novembro de 2017 | 2 comentários ]

Katy Perry em ensaio para a revista W. Com o rosto coberto por 
estas imagens, ela parece a robô Maria do filme "Metropolis" - um filme 
antigo, mas altamente simbólico que mostra um robô criado pela elite 
para programar as massas. Exatamente o que essas artistas fazem!

Imagem de Camila Cabello escondendo um olho. Esta é a 
primeira imagem que encontramos ao entrarmos em seu site
oficial. Ela está rapidamente ganhando espaço na indústria.

Aqui vemos uma borboleta no rosto de Camila Cabello. Como 
já sabemos, isso é usado para identificar escravos monarcas.

Sehun, membro da banda K-pop EXO, fazendo o sinal 
do "um olho", na capa da revista Super Elle da China.

 Kendall Jenner escondendo um olho na capa da revista 
Vogue, fazendo o que uma Kardashian também faria.

Gigi Hadid na capa da revista Vogue Korea escondendo "um 
olho". Ela fez isso diversas vezes durante o mesmo ensaio.

Aqui...

Aqui de novo...

Mais uma vez...

Indo pelo mesmo caminho, a irmã de Gigi, Bella Hadid, posa
em ensaio para a grife Bulgari também fazendo o mesmo sinal.

E de novo...

 Angela Lindvall na Harper's Bazaar Espanha.

Fazendo o mesmo sinal, no mesmo ensaio.

A capa do novo álbum da banda Echosmith mostra todos
 os seus membros apenas com um olho e dentro de um
 triângulo. Não poderiam ter sido mais criativos.

A capa do mais recente álbum de Norah
 Jones também tem um sutil sinal do "um olho".

Este pôster promocional da série Star Trek mostra, além
 deste famoso sinal oculto com a mão, o sinal do "um olho".

Se você acha que é coincidência, veja estes outros pôsteres.

Mel B foi ao VMA com este vestido que carrega a mensagem:
"Você nunca vai me possuir". A quem será que essa mensagem é 
direcionada? Quando ela viras as costas, tudo fica mais claro.

Bem em cima de seu traseiro, vemos um grande olho, que geralmente
representa a elite oculta. Será que o "você nunca vai me possuir" está
 sendo direcionado à indústria? Só pode ser.

Simbolismo Illuminati no vídeo "Let's Make a Video" da cantora Poppy. Já
 postamos um artigo sobre como ela parece ser uma escrava de controle mental.

Veja Mais
Imagens Simbólicas (julho & agosto/17)
Imagens Simbólicas (maio & junho/17)


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Governo Canadense faz Acordo com Filha de Vítima MKULTRA

[ terça-feira, 31 de outubro de 2017 | 0 comentários ]

A vítima foi mantida em um sono quimicamente induzido durante semanas e submetida a sessões de eletrochoques, drogas experimentais e gravações de mensagens tocadas sem parar.

A CBC News informou recentemente que o governo canadense fez um acordo extrajudicial de US$ 100.000 com Allison Steel, filha de Jean Steel, uma mulher que foi submetida a terríveis experiências de lavagem cerebral financiadas pela CIA.

O acordo foi feito silenciosamente em troca de que a ação judicial movida por Allison Steel em setembro de 2015 fosse retirada. O acordo inclui uma cláusula de não divulgação, que proíbe Alisson Steel de falar sobre o caso. No entanto, a existência do acordo e seu montante total apareceram nos relatórios públicos divulgados pelo governo federal em outubro.

Tortura Financiada pela CIA

O sofrimento de Jean Steel começou em 1957, com a idade de 33 anos. Ela foi internada no Allan Memorial Institute em Montreal depois de ter sido diagnosticada com "depressão maníaca e pensamento delirante".

O Instituto Memorial Allan em Montreal, Canadá.

Nos meses seguintes, Steel tornou-se vítima de experimentos MKULTRA financiados pela CIA, conduzidos pelo Dr. Ewen Cameron.

O Dr. Ewen Cameron era um psiquiatra nascido na Escócia que serviu como 
Presidente da American Psychiatric Association (1952-1953), Canadian Psychiatric
 Association (1958-1959), American Psychopathological Association (1963), Society of 
Biological Psychiatry (1965) e World Psychiatric Association (1961-1966). Durante 
os anos 50 e 60, ele foi financiado pela CIA para realizar experiências
 para o programa MKULTRA de controle mental.

As experiências de Cameron visavam "despadronizar" a mente da vítima através de um trauma intenso para "repadronizá-la" depois. Em outras palavras, ele estava pesquisando as bases da Programação Monarca - o programa de controle mental que é frequentemente discutido no Knowledge is Power.


Cameron acreditava que uma combinação de sono quimicamente induzido por semanas de cada vez, tratamentos de eletrochoque maciço, drogas alucinógenas experimentais como LSD e técnicas de "condução psíquica" através do jogo repetido de mensagens gravadas poderiam "despadronizar" a mente, rompendo os caminhos cerebrais e eliminar sintomas de doenças mentais como a esquizofrenia. Os médicos poderiam então "repadronizar" os pacientes.

No entanto, a "despadronização" também aniquilava a memória do paciente e deixava-os num estado infantil. Em alguns casos, adultos crescidos esqueciam habilidades básicas como usar o banheiro, como se vestir ou como amarrar seus sapatos. 

– CBC News, Federal government quietly compensates daughter of brainwashing experiments victim


Centenas de páginas detalham os terríveis experimentos com os quais Jean Steel foi submetida.


De acordo com um relatório escrito por Cameron, Steel foi mantida num sono quimicamente induzido durante semanas. Uma série durou 29 dias. Uma segunda durou 18 dias. A terapia do sono foi acompanhada de uma série de eletrochoques.

"Ela estava extremamente confusa e desorientada, mas muito mais cooperativa", escreveu Cameron em seu relatório. 

As notas das enfermeiras em seus gráficos detalhavam doses repetidas de sódio amital, e como Steel se sentia como um prisioneira: "É como estar enterrada viva. Alguém, por favor, faça algo. "Isso foi tudo dito gritando com a enfermeira e o médico", disse uma nota.


Steel então começou a exibir um comportamento estranho. Sua filha conta:


"Quando você queria conversar com ela sobre algo emocional... ela simplesmente não conseguia fazer isso", disse Steel. "Suas emoções foram roubadas. Isso tirou a alma dela".

Sua mãe ficava sentada sozinha no escuro, escrevendo códigos e números nas paredes.

"Uma vez eu cheguei em casa e o teto havia sido pintado com spray com redemoinhos vermelhos por toda parte", disse Steel. "Ela pegava papel de parede e cortava pequenos pedaços e os colocava em toda a sala".


Embora o MKULTRA seja visto pelos meios de comunicação de massa como um "episódio vergonhoso do passado", ele também faz parte do nosso presente. O programa ainda existe numa versão muito mais refinada sob o nome de Programação Monarca.

Aqui está um interessante documentário de 1980, produzido pela CBC, sem legendas, sobre experiências MKULTRA no Canadá:


Fonte: The Vigilant Citizen

Veja Mais
As Vítimas de Controle Mental Expostas
Muse "The Handler" - Uma Música Sobre Um Escravo de Controle Mental cantando para Seu Manipulador


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Corey Feldman é ameaçado de Morte após anunciar Um Projeto para expor Abuso Infantil em Hollywood

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Corey Feldman alega que foi quase "atropelado por dois caminhões" depois de confirmar que iria trazer à luz todo o abuso infantil em Hollywood.

O ex-ator mirim Corey Feldman já foi mencionado várias vezes neste site, pois ele tem sido, durante anos, o denunciador de abuso infantil em Hollywood mais ativo. Embora ele sempre afirmara que vários executivos de Hollywood fazem parte de uma rede de abuso infantil (e que um deles estuprou seu colega Corey Haim aos 11 anos), Feldman nunca divulgou nenhum nome.

Provavelmente impulsionado pelo escândalo de Harvey Weinstein, Feldman divulgou recentemente que tem planos para expor o abuso de Hollywood, dirigindo, produzindo e distribuindo a "descrição mais honesta e verdadeira do abuso infantil já retratado", Feldman disse no Twitter:


 "Eu posso nomear seis nomes, um deles ainda é muito poderoso hoje."


Ele também disse que pode mostrar uma ligação entre pedofilia e um dos principais estúdios.


Feldman também iniciou uma campanha na Indiegogo de U$ 10 milhões para financiar o filme, financiar uma equipe jurídica e estabelecer segurança para ele e sua família. A esposa de Feldman, Courtney, sugere que o dinheiro é para garantir sua segurança depois de certos eventos que a deixaram paranoica, pois Feldmam se "tornou um alvo".

Em 19 de outubro, Feldman tuitou:


"Pra deixar registrado: eu não irei a nenhum programa de entrevistas para divulgar nomes do meu abusador ou abusadores de outras pessoas. Então, pare de me pedir para fazer isso. Além disso, deixe-me em paz, isso não é sobre o medo de ser processado! Sim, essa é uma possibilidade real, mas a maior razão é a segurança de minha família"


Um Alvo?

Desde que Feldman lançou sua "campanha da verdade", Feldman afirma que se tornou "um alvo" e que sua vida está sendo ameaçada. Em 23 de outubro, ele foi preso por uma acusação de porte de maconha no Louisiana, depois que seu ônibus de turnê foi revistado, quando foi parado por excesso de velocidade. Feldman acredita que sua prisão foi um caso improvisado em resposta à sua campanha.


"A polícia de Mangham disse que os oficiais pararam o ônibus da turnê de Feldman por excesso de velocidade, e foi quando encontraram Feldman dirigindo com uma licença já suspensa.

A polícia disse que revistou o ônibus e encontrou pílulas de maconha e prescrição. Feldman foi acusado de posse de maconha, excesso de velocidade e condução com uma licença já suspensa. Ele conseguiu pagar uma multa e foi liberado.

Em sua conta no Twitter, Feldman disse que não tinha nada, mas foi acusado porque o ônibus está em seu nome. Ele disse que a maconha era de um membro da equipe, que tem uma prescrição legal da Califórnia. Ele também afirmou que as pílulas eram legais, e os oficiais prometeram descartar as acusações se ele pudesse providenciar prova de prescrição médica.

Ele afirmou que a abordagem que fizeram parecia 'um pouco com um velho assalto' e que os oficiais pediram fotos e autógrafos depois que ele pagou a multa em dinheiro". 

- KNOE8, Police release details in Coery Feldman traffic stop



Ele acrescenta que vários membros saíram da equipe porque temiam suas vidas, imaginando que "alguém pudesse chegar até eles".

Finalmente, Feldman disse que ele teve uma "experiência de quase morte" quando dois caminhões quase o atropelaram.

Será que Feldman vai de fato contar tudo e expor o sistema? Ele disse em seu vídeo:


"Não é fácil. Fui muito degradado. Os rumores foram contados, histórias foram inventadas sobre mim... tudo porque temem que eu conte o que eu sei. A justiça será feita, porque se trata sobre o bem e o mal"


Fonte: The Vigilant Citizen

O Escândalo de Harvey Weinstein

[ domingo, 29 de outubro de 2017 | 2 comentários ]

Ele já foi um magnata de Hollywood poderoso e intocável. Porém, ele "caiu da graça" e foi demitido da empresa de seu próprio nome. O que aconteceu?

Harvey Weinstein é um executivo de Hollywood. Ele foi acusado de prometer os melhores empregos para jovens e belas atrizes em troca de favores sexuais. Se as coisas não andassem do jeito que ele queria, ele provavelmente diria a típica frase de um manipulador de Hollywood: "Você nunca mais irá trabalhar nesta cidade". Se essas pessoas se atrevessem a ir contra ele, ele dava dinheiro para elas até que se calassem. Ou pior, ele ameaçaria destruir suas carreiras através de suas conexões com a mídia de massa.


"Múltiplas fontes disseram que Weinstein frequentemente se gabava de colocar polêmicas em meios de comunicação sobre aqueles que falavam contra ele; essas fontes temiam que elas pudessem se tornar alvos de uma armadilha semelhante". 

- The New Yorker, From Aggressive Overtures to Assault: Harvey Weinstein’s Accusers Tell Their Stories


Se você leu outros artigos neste site, você já sabe que a elite de Hollywood está cheia de indivíduos maldosos, desprezíveis, pervertidos, manipuladores e cruéis.

Harvey Weinstein era um deles e nem fazia questão de esconder isso.

Um Segredo Aberto

Durante anos, a série de assédios sexuais de Weinstein já era um segredo aberto. Pior ainda: mesmo assim, ainda foi uma mordaça. Aqui está um vídeo do Oscar 2013, onde Seth McFarlane faz referências ao abuso contra as atrizes de Weinstein.


A risada da plateia é um pouco perturbadora.

Aqui está um vídeo do canal 30 Rock sobre a personagem Jenna falando de Weinstein.


A esfera de poder de Weinstein não se limitou a Hollywood. Ele entrou na elite política, tornando-se um importante defensor financeiro de todos os principais candidatos democratas nas últimas duas décadas.

De acordo com o Responsible Policy Center, Weinstein vem doando pessoalmente U$ 1,4 milhão ao Partido Democrata, aos seus candidatos e aos seus comitês desde 1990. Além disso, sua rede arrecadou centenas de milhares de dólares para Barack Obama em 2012 e Hillary Clinton em 2016, o que lhe permitiu atingir um nível mais alto na escala dos doadores e um nível mais alto de acesso.

Por exemplo, em agosto de 2011, Weinstein convidou "os VIPs" de Nova York (incluindo estrelas como Gwyneth Paltrow e Alicia Keys) a sua casa para uma arrecadação de fundos ao presidente Barack Obama - que estava presente. Sim, Obama estava em sua casa.

Harvey Weinstein também era um visitante regular na Casa Branca. Em 2011, ele estava na mesa de honra em um almoço do Departamento de Estado com Hillary Clinton e Angela Merkel. Em 2012, ele estava em um jantar em homenagem ao primeiro-ministro britânico David Cameron. A esposa de Weinstein, Georgina Chapman, desenhou o vestido de Michelle Obama para a ocasião.

Em 20 de junho de 2016, Hillary Clinton participou de um evento de arrecadação de fundos na casa de Weinstein em Nova York, onde cerca de 60 participantes pagaram U$ 33,400 ou mais para participar. Sim, Clinton estava em sua casa.


"Com o candidato lá pessoalmente, uma arrecadação de fundos no dia 20 de junho de 2016 na casa de Weinstein em Manhattan arrecadou U$ 1,8 milhão para a campanha de Clinton. Leonardo DiCaprio, Jennifer Lopez, Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick participaram do evento. Esses foram alguns dos muitos que Weinstein esteve envolvido no ano passado na batalha de Clinton pela nomeação e, em seguida, contra Donald Trump em seu esforço para se tornar a primeira presidente mulher dos Estados Unidos. Fazendo os outros dar altos cheques, o próprio Weinstein deu milhares pessoalmente à campanha de Clinton e U$ 30.000 para o Clinton Victory Fund." 

– Deadline, Hillary Clinton Gets More Big Bucks Support From Harvey Weinstein, JLo and Sarah Jessica Parker


Weinstein estava perto de Hillary... 

...e de seu marido...

...e de sua filha.

 Weinstein com Obama e Schumer.

Weinstein no 100º aniversário da Planned 
Parenthood em 2 de maio de 2017 - com Hillary.

Notícia rápida: Em 2004, Weinstein foi nomeado comandante honorário da Ordem do Império Britânico.

Caindo da Graça

Durante décadas, Weinstein pareceu intocável, mas algo aconteceu recentemente. A elite parou de protegê-lo. O silêncio acabou. Os rumores se transformaram em fatos provados e, logo depois, as comportas foram abertas. Desde então, um número incompreensível de atrizes de Hollywood se apresentou acusando Weinstein desde "comportamento inadequado" a todo tipo de coisa. Aqui está a lista mais recente das acusações.



Cara Delevingne: A modelo que virou atriz disse que Weinstein tentou fazê-la participar de uma relação a três, com ele e com outra mulher, em um quarto de hotel na cidade de Nova York.

Gwyneth Paltrow: A estrela disse ao The New York Times que Weinstein a tocou e sugeriu fazer massagens conjuntas no seu quarto antes de começar a gravar o filme "Emma" de 1996. Ela disse que contou o que aconteceu ao seu namorado na época, Brad Pitt, e ele confrontou o magnata.

Angelina Jolie: Jolie disse ao Times que teve que recusar os avanços de Weinstein em 1998 e escolheu nunca mais trabalhar com ele de novo. Ela disse que avisou outras mulheres sobre isso.

Louisette Geiss: A atriz foi convocada para uma reunião tarde com Weinstein em 2008. Ele supostamente surgiu com um roupão de banho e disse-lhe que melhoraria seu roteiro se ela o assistisse se masturbar. Ela saiu da reunião.

Judith Godreche: A atriz francesa diz que Weinstein tentou massageá-la e tirar sua camisola depois de perguntar se ela queria ir à suíte de Cannes para ver a paisagem em 1996.

Dawn Dunning: A atriz diz que foi convocada para uma reunião sobre futuros projetos cinematográficos em 2003. Quando ela chegou, Weinstein apresentou três roteiros para seus próximos três filmes, que ele deixaria para sua estrela, apenas se ela tivesse três noites com ele. Ela fugiu do hotel.

Tomi-Ann Roberts: Weinstein a conheceu quando ela estava servindo mesas no restaurante de uma faculdade em 1984 e disse-lhe para encontrá-lo em sua casa. Quando ela chegou, ela disse que ele estava nu no banho e que ela iria cantar melhor se estivesse nua. Ela disse que recusou e saiu.

Asia Argento: A atriz italiana acusou Weinstein de forçá-la a ter relações orais com ele quando tinha 21 anos. Ele a aterrorizou. Não parava. Foi um pesadelo. Ela disse que ele continuaria a força-lá a ter relações sexuais com ele ao longo dos anos que iriam se seguir. Ela documentou o suposto assédio em seu filme de 2000 "Scarlet Diva".

Katherine Kendall: A atriz de "Swingers" foi informada de que Weinstein teve que ir em seu apartamento para pegar algo depois de uma exibição em 1993. Ele se vestiu em um roupão de banho e disse-lhe para massageá-lo. Ela resistiu, e com isso, Weinstein voltou nu e a perseguiu.

Lucia Evans: A atriz, anteriormente conhecida como Lucia Stoller, afirma que Weinstein a forçou a se pronunciar sobre ele em 2004. Falando ao New Yorker, ela disse que sofreu anos de trauma após o incidente, que ocorreu em uma "reunião de elenco" em um escritório em Manhattan. Ele supostamente a chamou tarde da noite após o incidente.

Mira Sorvino: A atriz disse ao New Yorker que Weinstein tentou massageá-la em um quarto de hotel no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 1995. Ele então foi até sua casa no meio da noite, mas ela chamou um amigo do sexo masculino para protegê-la. Ela disse que negar ter relações com Weinstein afetou negativamente sua carreira.

Rosanna Arquette: A atriz disse que sua carreira sofreu depois que ela rejeitou os assédios de Weinstein no início dos anos 90. Num encontro num hotel, ele disse que estava ereto e tentou colocar a mão dela em seu pênis.

Rose McGowan: A atriz, que fez sucesso em 1996 no filme "Scream", inspirado no filme "Slasher", produzido por Weinstein, teria processado Weinstein depois de assedia-lá em 1997 no Sundance Film Festival. Ela assinou um acordo de não divulgação no final do processo e apenas se referiu a ele obliquamente nas mídias sociais desde então. No domingo, ela disse ter sido abusada por um "monstro" e anteriormente disse ter sido estuprada por um chefe de estúdio.

Ashley Judd: Os papéis do filme de Judd incluem o sucesso de 1997 "Kiss the Girls" - ela diz que durante a filmagem desse filme, Weinstein repetidamente pediu-lhe para vê-lo tomar banho. Ela foi uma das mulheres que falaram ao The New York Times nesta semana, dizendo: "As mulheres têm falado sobre Harvey entre nós por um longo tempo e já é mais do que hora de conversar sobre isso publicamente".

Emma De Caunes: A atriz francesa Emma de Caunes disse que conheceu Weinstein em 2010, logo depois que ele lhe disse que tinha um roteiro que produziu com base em um livro com uma personagem feminina forte. Weinstein ofereceu-se para mostrar o roteiro e pediu para ela entrar num quarto de hotel, onde começou a tomar banho. Ele então emergiu nu e com uma ereção, pedindo que ela se deitasse com ele na cama, lhe dizendo que muitas já haviam feito isso antes. "Eu fiquei sem reação", disse Caunes. "Mas eu não queria mostrar a ele que eu estava sem reação, porque eu podia sentir que quanto mais eu estava enlouquecendo, mais ele ficava excitado".

Lauren O’Connor: Um ex-funcionário da The Weinstein Company, disse aos executivos no outono de 2015 que havia "um ambiente tóxico para as mulheres naquela empresa". Depois que um de seus colegas lhe disse que Weinstein a tinha pressionado para massageá-lo enquanto ele estava nu, disse o NYT.

Ambra Battilana: A atriz e modelo italiana disse ao NYT que, em março de 2015, Weinstein a convidou para o escritório dele em Nova York. Lá ele perguntou se seus seios eram reais antes de agarrá-los e colocar as mãos na saia dela. Ela relatou o suposto incidente à polícia, mas eles não o prenderam. De acordo com o NYT, Weinstein depois a pagou.

Jessica Barth: Weinstein supostamente pressionou Barth, uma atriz, para fazer-lhe uma massagem nua no Hotel Peninsula, em 2011.

Laura Madden: Ela disse ao NYT que Weinstein pediu-lhe para lhe dar massagens em 1991, enquanto ambos estavam em Londres e em Dublin. "Foi tão manipulador", disse ela ao NYT. "Você constantemente pergunta a si mesmo - será que sou a única que é o problema?" Weinstein negou o fato.

Emily Nestor: Nestor tinha sido uma empregada temporária da Weinstein Company por apenas um dia em 2014, até que Weinstein se aproximou dela e ofereceu-se para impulsionar sua carreira em troca de relações, informou o NYT.

Zelda Perkins: Uma assistente de Weisntein, em Londres em 1998; 25 anos na época, teria processado Weinstein depois que ela e "várias" outras foram assediadas e depois fizeram um acordo na justiça.

Elizabeth Karlsen: A produtora nomeada para o Oscar por "Carol" e "The Crying Game", entre outros, disse ao The Hollywood Reporter no domingo que há quase 30 anos, uma jovem executiva sem nome que trabalhou na Miramax com Weinstein o havia encontrado nu no quarto dela uma noite. O executivo estava em uma casa alugada pela Miramax no momento de cortar seus custos indiretos.

Liza Campbell: Ela disse ao Sunday Times do Reino Unido que Weinstein a chamou para o quarto de hotel em Londres antes de dizer para entrar no banho com ele.

Lauren Sivan: A antiga ex-apresentadora da Fox disse que Weinstein a aprisionou em um restaurante fechado e se masturbou na frente dela até gozar, em 2007. Ele a levou para um restaurante fechado abaixo de um clube que ela visitou e tentou beijá-la, então, quando ela recusou, ele encurralou-a e fez com que ela observasse ele se tocando, de acordo com o The Huffington Post.

Jessica Hynes: A atriz britânica, mais conhecida por seus papéis nos filmes de Bridget Jones e por co-criar e co-escrever a comédia "Spaced", disse que foi convidada a fazer uma audição para Weinstein quando tinha 19 anos, vestindo um biquíni. Hynes, anteriormente conhecida como Jessica Stevenson, disse que se recusou a usar o item imoral... e perdeu o emprego.

Romola Garai: A atriz britânica Romola Garai disse que se sentia "violada" na sequência de uma reunião com Harvey Weinstein em seu quarto de hotel em Londres quando tinha 18 anos, em que estava com um roupão de banho. Garai, mais conhecida por seu papel em "Atonement", disse que já havia sido contratado, mas foi dita para fazer uma audição em particular com Harvey porque "ela precisava ser pessoalmente aprovada por ele". "Como todas as outras mulheres da indústria, tive uma audição com Harvey Weinstein", disse ela ao The Guardian. "Então eu tive que ir ao quarto do hotel no Savoy e ele colocou o roupão na porta. Eu tinha apenas 18. Eu me senti violada por isso".

Assistente anônimo: Weinstein se comportou indevidamente em relação a uma mulher empregada em 1990. O caso foi resolvido com um acordo na justiça.

Outra assistente anônimo: Em 2015, Weinstein supostamente pressionou outra assistente para lhe dar uma massagem nua no Península Hotel, onde também foi dito ter pressionado Barth.

Empregada anônima do Miramax: Em um momento do início da década de 1990, uma jovem mulher teria subitamente deixado a empresa após um encontro com Weinstein. Ela também resolveu o caso com um acordo na justiça.

Mulher anônima: Uma mulher que, não quer ser nomeada porque teme as conexões de Weinstein, disse ao The New York Times que o produtor a convocou para o hotel em um encontro desconhecido e a estuprou.

– Daily Mail


Mais de 30 mulheres já acusaram Weinstein de todos os tipos de má conduta. Algumas dessas alegações datam de mais de 20 anos atrás. Hillary Clinton afirmou que ficou "doente, chocada e consternada" - como se isso fosse uma novidade tão tremenda para ela.

Por que tudo isso está se desvendando agora? Por que essas estrelas se apresentaram ao mesmo tempo? Quando Weinstein era protegido pela elite, as atrizes que tentaram contar suas histórias foram informadas de que ninguém acreditaria nelas, foram ditas para calar a boca, que isso não era grande coisa, e, se elas persistissem, tomariam o dinheiro do silêncio.

Agora, se foi o resultado de muitas mulheres bem conhecidas estarem dispostas a denunciar ou a algum outro motivo não relatado, Weinstein "caiu da graça" da elite de Hollywood. A parede da mídia que costumava protegê-lo - da mesma forma que continua a proteger inúmeros outros abusadores de elites - caiu.

Weinstein está agora no meio de uma "queda" americana clássica. Ao longo de alguns dias, as acusações voaram de todos os lugares, seu casamento desmoronou e ele foi demitido de sua própria companhia. Apesar de tudo isso, muitos temem que Weinstein possa "dar uma de Polanski" e evitar qualquer tipo de processo legal (Roman Polanski foi acusado do abuso de uma menina de 13 anos, mas evitou acusações nos EUA ao fugir para a Europa. Ele continua sendo reverenciado como diretor).

Embora a carreira em Hollywood de Weinstein tenha acabado, ele poderia ser capaz de se sentar em seus milhões de dólares e evitar a prisão pelo resto de sua vida. Até agora, não foram apresentadas provas de acusações criminais contra ele.

Lindsay Lohan Não Concorda


Quem está indo contra essa onda de acusações é Lindsay Lohan. Em um estranho vídeo no Instagram, Lohan (com seu novo sotaque) afirmou:


"Ele nunca me prejudicou nem fez nada para mim. Nós fizemos vários filmes juntos. Eu acho que todos precisam parar; eu acho que está errado. Então, levante-se".


Este vídeo foi bastante inesperado porque Lohan é um dos casos mais óbvios de uma celebridade em Hollywood que foi "abusada" pela elite. Ela até aparece em sessões de fotos descrevendo seu status como Beta Kitten.

Lindsay Lohan em uma foto de Tyler Shields, onde ela
 está prestes a ser "usada" por um grupo de homens.

O vídeo de Lohan foi apagado após cerca de uma hora. Rose McGowan, uma das acusadoras contra Weinstein tuítou:


"Por favor, vá devagar Lindsay Lohan. Ser uma atriz-mirim transformada em símbolo sexual mexe com o cérebro de uma forma que você não consegue compreender".


Ela está certa. Os atores infantis são repetidamente abusados ​​e traumatizados para se criar escravos MK. Conforme explicado neste artigo, a mudança súbita de Lohan no padrão de sotaque e fala é um sintoma de controle mental baseado em trauma.

Ponta do Iceberg

Embora as alegações contra Weinstein sejam espantosas e repugnantes, elas representam apenas a ponta do iceberg sobre os "rumores" contra a elite de Hollywood. E o tráfico de crianças para serem escravas sexuais? Abuso ritualístico? Escravos MK? Pedidos de assassinatos? Claro, a divulgação destas informações colocaria em risco os executivos que ainda estão sob proteção da elite. Agora, as alegações contra Weinstein envolvem apenas Weinstein, e é assim que eles querem mantê-lo. É uma demolição controlada.

O ator James Van Der Beek publicou alguns tweets em apoio às atrizes que falaram e revelaram, relatando que isso aconteceu com ele também.


Como você pode ver, ele não menciona esses "homens velhos e poderosos". Por quê? Porque eles ainda estão protegidos.

Weinstein está envolvido em assédios sexuais mais do que outros diabólicos em Hollywood? Nós provavelmente não vamos descobrir, mas o último parágrafo do artigo do New Yorker sobre Weinstein definitivamente nos faz perguntar.


"'Ele tem feito isso sistematicamente por muito tempo", disse a ex-funcionária dele. Ela disse que muitas vezes pensou em investigar Weinstein. Depois de um de seus muitos gritos no escritório, ela pegou seu iPhone e tocou em uma nota, em que estava escrito: 'Há coisas que eu fiz que ninguém sabe'" 

– The New Yorker


Fonte: The Vigilant Citizen
Colaboração: Dunai Junior

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