Autoridades estão usando Os Ataques de Paris para avançar Novas Leis de Vigilância em Massa

segunda-feira, 23 de novembro de 2015 19 comentários

A CIA e os governantes em todo o mundo estão usando os ataques de Paris para avançar novas leis de vigilância. E foi tudo planejado com antecedência.

Enquanto os sistemas democráticos costumam levar meses (se não anos) para aprovar novas leis e legislações, levou-se apenas alguns dias após os ataques de Paris para que eles presenteassem os cidadãos honestos com mais leis de vigilância. Várias organizações estão realmente aproveitando o medo e o pânico causados pelos ataques a fim de trazer uma nova agenda que dará um novo passo ousado para a vigilância governamental total. O que é pior: as informações vazaram provando que as autoridades estavam à espera de um ataque terrorista para irem em frente com seu plano.

Em um e-mail vazado escrito por Robert S. Litt, advogado superior da comunidade de inteligência durante o mês de agosto, o plano está claramente delineado: Há falta de apoio para a proibição de comunicações criptografadas, mas um ataque terrorista poderia rapidamente virar o jogo.


"Embora o ambiente legislativo seja muito hostil hoje, ele poderia se transformar em caso de um ataque terrorista ou evento criminoso, em que a forte criptografia pode ter demonstrado que tenha dificultado a aplicação da lei.

Existe um valor mantendo nossas opções em aberto para tal situação."



Apenas alguns meses depois desse e-mail, um ataque terrorista acontece em Paris. Apenas algumas horas após os ataques, os noticiários estranhamente culparam as "comunicações criptografadas". Apenas alguns dias após os ataques, as autoridades estão pedindo... a proibição de comunicações criptografadas.


O comissário de polícia de Nova York, Bill Bratton, chamou isso de uma "virada de jogo" e insinuou que uma nova legislação que pretende proibir a criptografia seria necessário, adicionando: "[Encriptação] é algo que está sendo necessário ser debatido muito rapidamente, porque não podemos continuar operando onde nós somos cegos.



O diretor da CIA, John Brennan, também está usando os ataques terroristas para pleitear a vigilância irrestrita do governo em todas as comunicações, culpando "grupos de privacidade" de dificultar o seu trabalho.


Em seguida, na segunda-feira, em um episódio épico de transferência de culpa, o diretor da CIA, John Brennan, teria dito que os defensores da privacidade minaram a capacidade de espiões de monitorarem terroristas. Ele explicou:

"Por causa de uma série de divulgações não autorizadas e um monte de lamentação a respeito do papel do governo no esforço para tentar descobrir esses terroristas, tem havido alguma política e ações legais e outras que são tomadas para fazerem a nossa capacidade coletiva e internacional para encontrar esses terroristas muito mais desafiadores", acrescentando que há uma "deturpação de que os serviços de segurança de inteligência estão fazendo".

Leia os comentários de Brennan com cuidado, pois eles são muito reveladores. Quando ele diz "ações legais", ele está se referindo ao fato de que os tribunais têm decidido que a vigilância em massa secreta do governo sobre milhões de americanos é ilegal. Então parece que o diretor da CIA está dizendo que é uma pena que as agências de inteligência não podem mais operar completamente acima da lei, e está pondo como bode expiatório qualquer incumprimento por parte de sua agência na prestação de contas, que é a marca registrada de qualquer democracia. (Mesmo assim ele ainda pode aparentemente operar acima da lei.)

Mais importante ainda, os comentários de Brennan são incrivelmente desonestos. A Lei da Liberdade dos EUA pós-Snowden aprovada pelo Congresso reformou exatamente um dos inúmeros programas de espionagem em massa que os EUA executam. Foi o que sugou os telefonemas dos americanos, e aqui está o negócio: ela tem estado ativa o tempo todo e não está prevista para encerrar até o final do mês. 

- Ibid.


Funcionários do governo no Reino Unido também estão capitalizando sobre o medo de novas leis abrangentes.


Do outro lado do Atlântico, os políticos no Reino Unido, que já tem as leis de vigilância mais amplas no mundo ocidental, estão usando a tragédia para tentar apressar seu novo projeto de lei de espionagem em massa ainda mais invasivo, que tem por finalidade permitir a polícia ver os sites que cada cidadão visita e forçar empresas como a Apple permitir o acesso a suas ferramentas criptografadas.

- Ibid.


Não Eficaz

Nenhuma dessas leis têm se mostrado eficazes na prevenção de ataques terroristas. Na verdade, os ataques de Paris ocorreram seis meses após a promulgação de uma enorme (e controversa) lei de vigilância na França.


Aprovada pelo Parlamento francês em maio em resposta aos ataques contra a revista com sede em Paris, Charlie Hebdo, a lei permite que governo monitore telefonemas e e-mails de pessoas suspeitas de ligações ao terrorismo sem a autorização de um juiz.

Mas vai mais longe do que isso. A lei exige que os prestadores de serviços de Internet instalem "caixas pretas" que são projetadas para aspirar e analisar os metadados de navegação na Web e hábitos de uso geral na Internet de milhões de pessoas que utilizam a Web e deixar os dados disponíveis para as agências de inteligência.

Em casos excepcionais, a lei permite que o governo implante o que são chamados de "coletores Ismi" para rastrear todas as comunicações de telefonia móvel em uma determinada área. Esses coletores são basicamente projetados para representar torres de celular, mas eles interceptam e gravam dados de comunicações a partir de telefones dentro do seu alcance e também podem acompanhar os movimentos de pessoas carregando os telefones.

Por fim, a lei permite que os agentes do governo invadam as casas dos suspeitos de terrorismo para fins de implantar microfones e câmeras de vigilância e instalar keyloggers em seus computadores, os dispositivos que capturam dados sobre cada clique de teclas e mouse.

- Recode, France Has a Powerful and Controversial New Surveillance Law


Em suma, após cada evento traumático no mundo ocidental (fabricado ou não), a atenção está voltada para um item muito específico e direcionado que "tem de ser resolvido o mais rapidamente possível". Esse item é, de fato, parte da lei controversa que está nas prateleiras até que possa ser passada de forma insidiosa, enquanto as massas são golpeadas com horror. Foi o que aconteceu com a "Lei Patriótica" e, quase 15 anos depois, está acontecendo novamente. Sua fórmula é "ordem a partir do caos" e isso continua funcionando.

Fonte: VC

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Os Ataques em Paris Foram Previstos na Capa da Revista "The Economist" em Janeiro?
Capa da Revista "The Economist 2015" está Repleta de Símbolos Ocultos e Previsões Sombrias

Os Ataques em Paris Foram Previstos na Capa da Revista "The Economist" em Janeiro?

sábado, 14 de novembro de 2015 79 comentários

A revista The Economist publicou em janeiro uma capa enigmática intitulada "O Mundo em 2015", que incluiu várias imagens enigmáticas. Será que a revista previu ambos os ataques terroristas em Paris em 2015?

Na sequência dos terríveis atentados de Paris que custaram a vida de centenas de pessoas inocentes, uma cobertura específica da revista The Economist imediatamente me veio à mente.

No começo de 2015, publiquei um artigo intitulado Capa da Revista "The Economist 2015" está Repleta de Símbolos Ocultos e Previsões Sombrias, que analisou as suas muitas mensagens. Na verdade, a capa da revista com o nome "O Mundo em 2015" continha várias imagens estranhas e sinistras que apareceram para anunciar um ano violento. Considerando o fato de a revista The Economist ser parcialmente propriedade da família de banqueiros Rothschild da Inglaterra e seu editor-chefe, John Micklethwait, atender a Conferências Bilderberg, deve-se tomar cuidado com avisos emitidos por aqueles que podem torná-los realidade. 

Para uma análise detalhada desta capa, leia este artigo.

Provavelmente a parte mais enigmática da capa é o canto inferior direito, onde vemos duas setas com números misteriosos, uma pilha de sujeira e um quadro antigo.   

Zoom da parte inferior direita da capa. 

Ao olhar para o que aconteceu este ano, essa parte da capa torna-se bastante preocupante, pois é um pouco profética.

Em primeiro lugar, o quadro ao lado das flechas é o de Leonardo Da Vinci, Belle Ferronière. Esse quadro está atualmente localizado no Museu do Louvre, em Paris. [O monte de sujeira próximo ao pé de Alice, que está e verde e amarelo, poderia ser alguma referência à tragédia da lama em Minas Gerais, no Brasil, que também ocorreu alguns dias antes do ataque em Paris?]

Em segundo lugar, os números sobre as duas flechas são 11,5 e 11,3. Os dígitos sobre as flechas podem, portanto, ser reorganizados para se formar ambas as datas [ou apenas a data 13.11.15]. Se alguém for mais longe na numerologia cabalística, ambas as datas somadas resultam no número 12 (1 + 5 + 1 + 5 e 1 + 1 + 1 + 3 + 1 + 5). 

Ambos os ataques foram reivindicados por grupos terroristas islâmicos: Al Qaeda e ISIS. A capa da The Economist caracterizou um homem do tipo ISIS segurando um rifle. 

A maioria das vítimas dos ataques parisienses 
foram mortas ​​por rifles kalashnikov. Na capa, o
 terrorista está cercado de respingos de sangue.

A capa também apresenta o presidente francês, François Hollande Presidente... olhando para outra direção.

Como afirmei no artigo ISIS: Uma Criação da CIA para justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente, tenho poucas dúvidas de que o ISIS é usado como uma ferramenta para promover a agenda da elite oculta que inclui: invadir a Síria e justificar medidas de vigilância draconianas e táticas de estado policial no Ocidente.

Vamos relembrar os feitos concretos do ISIS este ano. 
  •  Justificou a invasão da Síria, finalmente destruindo seu status como uma força regional.
  • Acelerou o êxodo em massa de sírios para o Ocidente
  • Abriu as comportas de refugiados sírios em todo o mundo ocidental (impulsionado pela imagem de um menino morto). 
  • Causou pânico generalizado no mundo ocidental com o ataque terrorista em Paris, justificando mais rígido monitoramento e táticas de estado policial. 
Os noticiários já estão relatando que um dos terroristas de Paris tinha um passaporte sírio com ele e que Hollande está considerando os ataques como um ato de guerra.

Em suma, após culpar o mundo para aceitar milhares de refugiados sírios em todo o mundo, um ataque causa medo, ódio e desconfiança em relação aos sírios e muçulmanos nesses mesmos países.

As coisas estão prestes a ficar complicadas. Mas, por que "eles" propositadamente fazem uma coisa tão terrível dessas para tantas pessoas inocentes? Bem, seu lema é Ordo Ab Chao... Ordem a partir do caos.



CONTINUA...

Fonte: VC

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Laura Branigan "Self Control": Um Vídeo Perturbador dos Anos 80 Sobre Controle Mental

sexta-feira, 13 de novembro de 2015 26 comentários

O hit de Laura Branigan "Self Control" é o epítome de tudo dos anos 80, mas também é o epítome de tudo que é MK ULTRA: uma história perturbadora de um escravo MK manipulado por um manipulador abusivo. 

Lançado em 1984, "Self Control" balançou discotecas em todo o mundo na época em que as mulheres usavam cabelo grande e cacheado e aquelas ombreiras e dançavam freneticamente com aqueles homens com bigodões e cabelo mullet. Todas essas lindas pessoas cantaram "Eu, eu vivo entre as criaturas da noite" sem perceber o que isso realmente queria dizer. Eles pensaram que era sobre uma menina desfrutando a vida noturna - mas isso é apenas o que parece.

O vídeo "Self Control" adiciona uma camada significativa para a música, que é bastante preocupante. A cantora é perseguida por um homem mascarado, que eventualmente acaba ficando sem camisa em seu quarto. Combinado com o simbolismo MK do vídeo, "Self Control" torna-se uma homenagem à elite oculta, uma promoção de seu simbolismo e uma celebração de sua prática mais sádica: o controle mental Monarca (se você nunca ouviu falar disso, por favor leia este artigo antes de continuar).

Quando o vídeo foi lançado em 1984, a indústria da música estava começando a adotar os clipes de música como uma ferramenta promocional e "Self Control" foi bastante inovador em seu escopo. Foi também o primeiro vídeo a ser dirigido pelo diretor, ganhador de Oscar, William Friedkin, o diretor de "O Exorcista".

Ao contratar um diretor que é famoso por aterrorizar toda uma geração com a história de uma menina possuída por um demônio, esperava-se um certo nível de bizarrice. E Friedkin certamente fez isso. No entanto, ao contrário do exorcista, os elementos mais perturbadores de "Self Control" não estão em seu rosto, mas em vez disso estão implícitos através do simbolismo.

Se você leu outros artigos neste site, você provavelmente vai achar o simbolismo fácil de reconhecer, e vai até mesmo achar que está "na cara". Em suma, é uma celebração descarada da agenda de controle mental da elite oculta durante uma época em que apenas poucas pessoas sabiam que essas coisas existiam. Vamos analisar o vídeo.

A Noite é o Seu Mundo 

Uma interpretação avançada não é necessária para entender que "Self Control" não é simplesmente sobre a "vida noturna". É sobre Laura Branigan perder sua vontade, seu poder e o seu eu na mão de um ser sem rosto. O refrão da música resume a situação:


Você pega o meu eu, você pega meu auto-controle
Você me faz viver apenas para a noite
Antes do amanhecer, a história é contada
Você pega o meu eu, você pega meu auto-controle


O verso "você pega o meu eu" é muito significativo, especialmente no contexto de controle mental. Na psicologia, o "eu" é definido dessa forma:


O "eu" é constituído por aspectos de uma pessoa consciente e inconsciente, sua personalidade, cognições ou pensamentos e sentimentos. Todas essas características ou aspectos se combinam na identidade central da pessoa. Outros sinônimos para o "eu" são alma, ego, personalidade, ou indivíduo. 

O objetivo final de um manipulador MK é pegar a "chave" para a personalidade núcleo do escravo e criar um novo alter persona programável. Isso é conseguido através de trauma e dissociação. Nesse contexto, "a noite" torna-se uma metáfora para a dissociação, o estado de transe em que os escravos são forçados durante a programação. 

O vídeo começa com uma boneca com seu 
cabelo castanho o que lembra o de Laura. 

Em simbolismo MK, bonecas representam os alter personas maleáveis ​​e controláveis ​​dos escravos MK.

Vemos, então, Laura parecendo um pouco pensativa e fora de foco.

Há um homem que está em sua cama. 
Nós assumimos que ele é seu namorado.

 Laura então se apronta para sair. Ela é ajudada por pessoas estranhas que aparecem do nada. 

 Quando essas pessoas aparecem, começamos a entender que 
que acontece no vídeo está principalmente na cabeça de Laura. 

Quando Laura vai para fora, sua "jornada de controle mental" começa - e não há falta de simbolismo que represente isso.

Quando Laura fica do lado de fora, dois manequins que flutuam no ar (uma
 ótima maneira de representar escravos MK dissociativos) aparecem atrás dela. 

Logo depois que ela sai, um carro de luxo entra na frente dela. 

Um homem mascarado está sentando no banco de trás. 

O homem mascarado é o manipulador MK de Laura. Enquanto os escravos MK são dissociados, seus manipuladores MK têm a capacidade de entrar em suas mentes e controlar seus pensamentos e ações. O fato de que este homem mascarado está sendo conduzido na parte traseira de um carro de luxo implica sua ligação com a elite oculta.

Ao dançar em uma boate, Laura vê o homem mascarado novamente. Ela o segue. 

 Enquanto o homem mascarado persegue Laura no clube, vemos 
um monte de máscaras por trás dele, indicando que os manipuladores 
MK são também escravos MK com múltiplas personas. 

De acordo com uma pesquisa recente*, 100% das mulheres não seguiria um homem usando uma máscara (*não uma pesquisa real). Então, por que Laura o seguiria? Porque ela não tem auto-controle. A letra da primeira estrofe perfeitamente descreve o estado de espírito de um escravo MK que está à mercê do manipulador durante a dissociação (ou seja "a noite").


Na noite, sem controle 
Através da parede algo está entrando 
Vestindo branco enquanto você está andando, 
Descendo a rua da minha alma


O resto do refrão é uma descrição bastante pungente do estado de espírito de um escravo dissociado que vive em um mundo de sonho fabricado pelo seu manipulador.


Uma noite segura, eu estou vivendo na floresta do meu sonho 
Eu sei que a noite não é como parece 
Devo acreditar em algo, então eu vou fazer-me acreditar 
Que esta noite nunca irá


Laura não pode lutar contra a vontade do homem mascarado e continua o seguindo. Ele a leva para uma seção oculta da boate, onde descobrimos uma orgia mascarada do tipo "De Olhos Bem Fechados" acontecendo. 

Laura é simbolicamente levada para o submundo da 
elite oculta, onde "as festas Illuminati" acontecem.

 O homem mascarado então despe Laura, que parece estar em transe. 

Essa cena representa bem literalmente Laura sendo usada como uma escrava sexual em festas de elite.

Laura porém percebe que algo está terrivelmente errado e tenta escapar. Ela logo descobre que não se pode fugir da sua própria mente. 

Quando Laura tenta fugir, mãos histéricas surgem das 
paredes ilustrando o trauma e a tortura que escravos MK 
enfrentam quando vão contra a sua programação.

Quando Laura finalmente chega ao fim do corredor, vemos o
 homem mascarado que estava esperando por ela o tempo todo. 

De volta para casa, Laura percebe que ela não está segura em nenhum lugar, nem mesmo em seu quarto. O homem mascarado aparece magicamente no quarto dela... e ele está sem camisa. Sem camisa!

Não.

 Ele então agarra Laura e tem relações com ela. 
Manipuladores MK abusam sexualmente de seus escravos
 para aumentar o trauma e a programação. 

O homem mascarado, em seguida, desaparece magicamente (ele está dentro e fora de sua cabeça). Laura, em seguida, fica sentada lá, completamente em transe. 

 O rosto do trauma. 

Laura então repousa na cama ao lado de seu "namorado", que estava aparentemente dormindo o tempo todo. Quando ele vira a cabeça em direção a ela, uma enorme surpresa espera por ela.

É o homem mascarado novamente. 

O manipulador está em toda parte na mente do escravo MK. Ele controla seus pensamentos, suas ações e toda a sua realidade. Ela não pode escapar dele, porque ele tem a chave para a sua personalidade núcleo.

O vídeo termina com uma imagem simbólica, uma que é bastante preocupante considerando o verdadeiro significado do vídeo. 

É a mesma boneca desde o início do vídeo, mas seu cabelo está 
bagunçado e seu vestido está rasgado (expondo um peito). Um de
 seus olhos está fechado - o sinal do um olho Illuminati. 

A boneca foi claramente "violentada", o sinal de um olho indica quem está por trás disso (a elite oculta). O sorriso congelante e assustador na boneca é bastante revoltante. Então, sim, essa simplesmente não é uma música sobre "vida noturna". 

Conclusão 

Após a análise da música e do vídeo, "Self Control" conta a história de uma mulher que perde todo o seu "eu" na mão de um manipulador. Ela é levada para festas de elite e, quando ela tenta escapar, ela é abusada pelo seu manipulador, de quem ela nunca pode escapar.

Embora lançado no início da era dos vídeos de música, "Self Control" já continha todas as características de um vídeo de controle mental Illuminati. Mais de trinta anos depois, os mesmos enredos estão todos ainda lá, desde simbolismo a significados ocultos distorcidos. Hoje, mais do que nunca, vemos jovens estrelas que cantam sobre o seu estado de controle mental em melodias cativantes com vídeos assustadores que comemoram o sistema MK da elite oculta.

Em suma, "Self Control" é considerada "uma das músicas definidoras dos anos 80"... mas também pode ser considerada como uma das músicas que definem a cultura MK.

Fonte: VC

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Filme "CHAPPiE" e a Nova Religião Transhumanista

domingo, 8 de novembro de 2015 24 comentários

"CHAPPiE" é um filme sobre um robô policial com inteligência artificial avançada que é raptado por bandidos. No entanto, a verdadeira história do filme é contada através de símbolos e alegoria: "CHAPPiE" é sobre o abandono das religiões antigas por uma nova religião futurista e transhumanista.

 Aviso: spoilers enormes pela frente! 

"CHAPPiE" foi criado por Neill Blomkamp, o diretor sul-africano que também está por trás de "Distrito 9" e "Elysium". Como em seus dois filmes anteriores, Blomkamp esconde uma mensagem mais profunda sob as armas, os robôs e os bandidos, uma que está no âmbito espiritual.

À primeira vista, o filme parece ser uma estranha mistura de ficção científica e estética Zef (cultura de rua sul-africana defendida pelo grupo de rap Die Antwoord, que também estrela no filme), mas há simbolismo mais do que suficiente, principalmente bíblico, para fazer uma interpretação de segundo nível. Na verdade, a história de um robô sensível que se torna consciente de sua própria "mortalidade" (sua bateria está acabando) evoca questões religiosas e existenciais do mundo real, onde robôs inteligentes estão prestes a se misturar com a humanidade. No entanto, o filme não levanta questões ou convidam à reflexão. Ele simplesmente propõe uma resposta. E essa resposta aparentemente pode realizar o que as religiões têm prometido desde a aurora dos tempos: a imortalidade. A resposta "CHAPPiE" fornece? Transhumanismo.

Transhumanismo

O conceito de transhumanismo foi mencionado muitas vezes neste site, porque é parte importante da agenda da mídia de massa. Em poucas palavras, o transhumanismo é sobre a fusão dos seres humanos com robôs, a fim de criar seres humanos "melhorados". Junto com o lado científico pragmático do transhumanismo vem todo um sistema de filosofia e crença, que rejeita principalmente os conceitos de que a criação de Deus é perfeita e que os seres humanos não devem brincar de Deus. 

Max More, o pai do transhumanismo, eloquentemente descreveu o pensamento espiritual por trás do movimento em seu ensaio de 1990, "In Praise of the Devil". Aqui está um trecho traduzido: (você pode fazer o download do artigo original completo aqui).


"O Diabo - Lúcifer - é uma força para o bem (onde eu defino "bem" simplesmente como aquilo que eu valorizo, não querendo implicar qualquer validade universal ou necessidade de orientação). 'Lúcifer' significa 'Portador da luz' e isso deveria começar a nos dar pista sobre a sua importância simbólica. A história é que Deus expulsou Lúcifer do céu, porque Lúcifer começou a questioná-lo e estava espalhando dissensão entre os anjos. Devemos lembrar que essa história é contada do ponto de vista dos teístas (se me permite cunhar um termo), e não da dos Luciferianos (vou usar este termo para nos distinguir dos satanistas oficiais com quem temos diferenças fundamentais). A verdade pode ser que Lúcifer tenha renunciado do céu. 

Deus, sendo o sadista bem documentado que ele é, sem dúvida quis manter Lúcifer por lá de modo que ele pudesse puni-lo e tentar recuperá-lo sob seu poder (de Deus). Provavelmente o que realmente aconteceu foi que Lúcifer veio a odiar o reino de Deus, seu sadismo, sua demanda para conformidade servil e obediência, sua fúria psicótica em qualquer exibição de pensamento e comportamento independente. Lúcifer percebeu que ele nunca poderia pensar completamente por si mesmo e, certamente, não poderia agir em seu pensamento independente, enquanto ele estivesse sob o controle de Deus. Portanto, ele deixou o Céu, aquele terrível Estado espiritual governado pelo cósmico sadista Jeová, e foi acompanhado por alguns dos anjos que tinham tido coragem suficiente para questionar a autoridade de Deus e seu valor de perspectiva. Lúcifer é a personificação da razão, da inteligência, do pensamento crítico. Ele está contra o dogma de Deus e todos os outros dogmas. Ele defende a exploração de novas ideias e novas perspectivas na busca da verdade." 

- Max More, In Praise of the Devil, Atheist Notes 003


Como você pode ver, More descreve Lúcifer como uma força do bem que dá à humanidade as ferramentas para combater a tirania de Jeová. Essa visão está perfeitamente de acordo com a doutrina Luciferiana da elite, como ensinado nas sociedades secretas ocultas. 

"CHAPPiE" fornece um manual dessa mentalidade a fim de que todos, especialmente os jovens, possam entender. Principalmente, ele vende uma ideia que está sendo promovida em todos os tipos de mídia, especialmente vídeo games: Um corpo de robô é melhor do que um corpo humano.

A Premissa 

Em um futuro não muito distante de 2016, a cidade de Joanesburgo, dominada pelo crime, substituiu toda a sua força policial com robôs inteligentes programados para combater o crime. Esses robôs são incrivelmente eficazes e possuem uma enorme vantagem sobre os seus homólogos humanos: Eles não podem morrer e podem ser reparados facilmente. 

Este robô tem uma peça defeituosa substituída rapidamente e facilmente por um 
trabalhador. Você não pode substituir o braço de um policial humano facilmente, isso
 é certo. O filme muitas vezes enfatiza a durabilidade e praticidade de robôs contra
 a fragilidade dos corpos orgânicos. Fazer as massas se sentirem vulneráveis ​​em 
seus corpos e vender a superioridade de peças robóticas é um elemento
 importante da agenda transhumanista. 

Deon Wilson, o criador desses robôs policiais é amplamente elogiado por sua invenção. No entanto, ele tem um projeto mais importante em obra: Um robô com inteligência artificial tão avançada que pode aprender por si só, tem sentimentos e até mesmo escreve poemas - chamado CHAPPiE.

CHAPPiE é, no entanto, sequestrado por um casal de bandidos que querem treiná-lo para cometer crimes. Assim, segue-se um monte de aventuras hilariantes que quase não fazem sentido. No entanto, além de cenas de ação, há diálogos e símbolos que contam uma história com uma dimensão espiritual. Antes que isso aconteça, porém, o filme faz com que você ame o robô, tornando-o mais humano possível. 

Humanizando o Robô 

Embora não seja um ser vivo ou um ser humano, CHAPPiE é completamente humanizado no filme. Visto que a sua inteligência artificial precisa aprender tudo do zero, CHAPPiE começa com a encantadora inocência e ignorância de uma criança. Yolandi rapidamente se torna sua "mãe", visto que ela o trata como uma criança. Em um momento ela diz:


"Ele é tão fofo! Ele é como um bebê." 


 Ela até mesmo lê histórias antes de ele dormir.

Yolandi coloca a mão no coração de Chappie... como se ele tivesse um.

Depois de ler uma história para dormir, Yolandi diz a CHAPPiE um monte de coisas que não se aplicam a ele... porque ele é um robô. Ela parece não vê isso.


"Não é tanto como você se parece que é especial. É o que está dentro. Isso é o que o faz diferente. Entendeu, é quem você realmente é. Dentro. A tua alma.

Você vê... O exterior, isso é apenas temporário. Quando você morrer, a alma interior vai para o próximo lugar... A coisa dentro... isso é o que a mamãe ama. Mamãe te ama."


Ela então começa a abraçar o robô.

Chappie anda com um boneco representando sua mãe, fazendo com 
que o público diga "Awww o robô sabe o que é amor! Eu também o amo!"

Em um momento, vemos Yolandi andando com uma camiseta (que ela
 aparentemente fez entre tiroteios) com Chappie com um coração vermelho.
 Eles estão realmente tentando humanizar esse robô.

Agora que ficou estabelecido que todos nós amamos o robô bebê adorável, nós o vemos passar por alguns desafios difíceis. Essa é uma ótima forma de nos fazer amá-lo ainda mais. 

O pai de Chappie o deixa nas ruas para fortalecê-lo. Ele acaba sendo
 espancado por um grupo de marginais enquanto uma música dramática
 toca ao fundo. Coitado do Chappie! :(

A Luta Espiritual 

À medida que a inteligência de CHAPPiE cresce, ela enfrenta as mesmas questões existenciais humanas que existem desde o início dos tempos. Ele também é exposto a duas filosofias opostas. 

Na primeira, CHAPPiE está exposto, principalmente para aquele que o criou, Deon. Por constantemente referir-se a si mesmo como "o seu criador", o filme sugere fortemente que Deon é, para o robô, Deus - que também é referido como "o criador". 

 O ponto de vista de Chappie quando seu criador ensina a palavra "relógio". 

Sabendo-se que CHAPPiE é cercado por personagens obscuros, Deon tenta ensiná-lo os valores morais e fazer a coisa certa.


"CHAPPiE, por favor tenha respeito por mim. Eu sou seu criador. Ouça-me, eu sou seu criador. Eu trouxe-o para este mundo, certo? Isso é serio. Você não deve se envolver nas escolhas de vida dessas pessoas. Sem narcóticos, sem roubos, sem crimes. 

E você tem que prometer para mim, o seu criador, que você nunca vai fazer qualquer uma dessas coisas, tudo bem? Você não pode quebrar uma promessa."


A mamãe e o papai do CHAPPiE são, contudo, menos inclinados a retidão moral. Muito pelo contrário, o pai de Chappie está ansioso para ensinar-lhe que o mundo é um cruel, um lugar selvagem onde só os fortes sobrevivem.

 Ensinando-lhe a dura realidade da vida e fazendo-o consciente de
 sua própria mortalidade, Ninja faz Chappie ficar contra seu criador. 

Depois de testemunhar uma luta de cão, Ninja diz a CHAPPiE:


Lá fora... é difícil. Ou você é aquele cachorro [aponta para o cão que ainda está vivo] ou aquele cachorro [aponta para o cão morto]. Se você quiser sobreviver, CHAPPiE... você deve lutar. O que você vai fazer quando a bateria se esgotar?

 -Eu morro? CHAPPiE morre? 

-Deon, ele o coloca em um corpo quebrado. 

-Deon é meu criador. Não faz qualquer sentido. Ele não só me faria assim para que eu pudesse morrer. Deon me ama, papai. 

-Eu posso te dar um novo corpo, mas é preciso muito dinheiro.


Nesse diálogo curto, nós temos um pedaço importante da filosofia transhumanista e a sua tendência espiritual. Como um robô inteligente que se tornou consciente de sua mortalidade, Chappie percebe que seu criador o colocou em uma situação onde a morte é inevitável e que a única maneira de escapar dela (crimes) é proibida.

Enquanto Deon, o criador, ensina valores morais, Ninja apela para o lado materialista animalesco. Ele se compara a um cão em uma luta de cão. Do ponto de vista espiritual, ele é Satanás contra Deus.

A placa do carro de Ninja tem o 666 nele. Além de apelar para o 
estilo degradante Zef, o número 666 indica que Ninja representa 
Satanás, aquele que se opõe ao criador.

Depois de se envolver plenamente no estilo de vida gangster de Ninja, CHAPPiE encontra o seu criador novamente. Em seguida, segue-se um diálogo que também pode ser interpretado como um diálogo entre a humanidade e Deus.


-Papai me falou de você, Deon. Sobre a forma como você me fez em um corpo que vai morrer. Você é meu criador. Por que você me fez assim de um jeito que eu pudesse morrer?

-Eu não fiz você para que você pudesse morrer, CHAPPiE.

-Eu quero viver, eu quero ficar aqui com a minha mãe. Eu não quero morrer.

-Você se tornou muito mais do que eu jamais poderia ter imaginado. Como eu ia saber que você se tornaria... você? 


Neste diálogo, Deon diz que ele não poderia prever que Chappie iria se transformar em um robô tão inteligente e auto-consciente. Esse é um reflexo da filosofia transhumanista que acredita que a humanidade atingiu um nível de inteligência que supera o resto da criação e que Deus está injustamente limitando o seu potencial, colocando-o em um mundo físico onde está condenado a morrer. Acreditando que eles podem transcender esse estado mortal para se tornarem deuses, os transhumanos buscam tecnologia feita pelo homem para alcançar nada menos do que a imortalidade - o objetivo final da maioria das religiões (que geralmente se refere a imortalidade espiritual). 

 O programa no núcleo de CHAPPiE é chamado genesis.dat. É 
mais uma outra referência sutil ao tema bíblico subjacente do filme. 

Enquanto CHAPPiE procura escapar de seu corpo para escapar da morte inevitável (sua bateria esgotando-se) Deon continua dizendo-lhe que é impossível e que ele deveria aceitar simplesmente o seu destino. CHAPPiE está contudo convencido de que ele pode adquirir o conhecimento necessário para alcançar seu objetivo, rejeitando efetivamente as advertências de seu criador.


-O problema é maior do que a sua bateria. Porque você está consciente. Você não pode ser copiado porque você não é dados. Nós não sabemos o que é a consciência... não podemos movê-la. 

-CHAPPiE consegue entender. Eu posso saber o que é, então eu posso me mover. 

-Você não pode movê-la, desculpe-me. 

-Você me disse que não deveria deixar ninguém dizer que eu não posso fazer algo. Papai diz que ele pode me dar um corpo por dinheiro. Eu te odeio... vá embora. 


Esta caixa de diálogo representa a rejeição transhumanista da crença de que "brincar de Deus" é errado. Transumanistas têm fé total  na ciência e na tecnologia para alcançar a imortalidade. 

Há, porém, um obstáculo principal na busca de CHAPPiE: Vincent Moore, um idiota... que também é cristão. 

 O Cristão Malvado 

 Como Deon, Vincent Moore projeta robôs na empresa Tetravaal. Seu robô é mais terrível. 

Vincent Moore, inimigo de Chappie usa um pingente de cruz, indican-
do que ele é cristão. Atrás dele está o policial robô que ele criou, o Moose.

Embora não fique imediatamente óbvio, o filme deixa pistas suficientes para indicar que Moore é um cristão convicto. Por exemplo, ele diz a Deon que eles devem ir juntos à igreja (depois de ameaçá-lo com uma arma). Mais tarde, quando ele ouve CHAPPiE falando sobre viver para sempre, vemos Moore fazendo o sinal da cruz. Ele então começa a chamar CHAPPiE de um "maluco sem Deus". Visto que CHAPPiE torna-se cada vez mais auto-consciente, Vincent, se transforma no "cara malvado" do filme e continua mexendo com CHAPPiE e seu criador. 

Embora Deon tenha criado policiais robôs inteligentes autônomos que são utilizados pela força policial de Joanesburgo, o robô de Vincent é uma máquina grande, muda e ineficaz que não pode pensar por si. Na verdade, ele precisa de um ser humano para dizer-lhe o que fazer. É o Moose uma intenção de representar os cristãos, que não podem pensar por si mesmos? 

Vincent controla seu robô usando computadores.

Uma coisa é certa, Vincent odeia CHAPPiE e tudo que ele representa. Em um momento, ele o sequestra e o machuca muito. 

Vincent corta um dos membros do CHAPPiE porque ele não gosta dele. Embora 
ele basicamente serra uma parte do robô feito de titânio, o filme transforma a cena 
em um crime horrível, completo com os gritos de CHAPPiE como se fosse uma
 criança pedindo por misericórdia. Isso faz com que os espectadores 
digam: "Coitadinho de CHAPPiE:( Eu odeio esse Vincent!" 

Vincent diz a CHAPPiE:


"Você sabe aquele programa AI simples que faz com que você ache que é real. Quer saber? Você não é. Só um monte de fios." 


Ele tem razão. Mas, uma vez que ele é o cara malvado, os telespectadores acreditam que ele está errado. Além disso, como o vilão, Vincent faz uma outras coisas horríveis: Ele faz com que toda a cidade fique em caos ao desligar todos os robôs policiais de Joanesburgo. Ele então usa seu robô Moose para matar a mãe de CHAPPiE.

CHAPPiE então fica muito nervoso. Ele encontra Vicente e bate muito nele. 

 Visto que ele não é um robô, Vincent não pode 
facilmente recuperar-se da surra que ele recebeu

No final, praticamente todos em torno de CHAPPiE ficam gravemente feridos por Moose. Qual é a resposta para salvar todos esses seres humanos frágeis? Transformando-os em robôs, é claro. 

Robotizando Humanos

Depois de humanizar o robô para torná-lo compreensível e "adorável", o filme então começa a robotizar seres humanos. Na verdade, as pessoas mais próximas a CHAPPiE, seu criador e sua mãe, estão enfrentando a morte, pois eles foram baleados.

Apesar de ser o criador de Chappie, Deon ainda é um ser humano. 
Ele é, portanto, frágil e mortal, em comparação com os nossos robôs. 

A mãe de Chappie recebeu vários tiros do Moose e morreu. Ela 
está aqui sendo colocada para descansar... mas não por muito tempo. 

Felizmente para eles, CHAPPiE descobriu como salvar toda a consciência de uma pessoa em um único arquivo e ele descobriu como fazer o upload para corpo do robô. Em suma, ele encontrou uma maneira de deixar os seres humanos e robôs inteligentes imortais. CHAPPiE é, portanto, o salvador da humanidade... e dos robôs. 

Depois de sua consciência ser transferida para um
 corpo robótico, Deon toca o corpo humano morto.

Adeus corpo humano fraco, olá corpo de robô de titânio. Visto que CHAPPiE salvou a consciência de sua mãe em uma unidade USB, ele também pode trazê-la de volta dos mortos. Ela foi, portanto, ressuscitada... como Jesus.

 O filme termina com Yolandi, mãe de CHAPPiE, tendo um corpo
 fabricado a sua semelhança. Ela ressurgiu.... como um robô. 

Conclusão

Após a compreensão da corrente filosófica do filme, "CHAPPiE" torna-se menos de um produto de entretenimento e mais de um infomercial para o transhumanismo. Por trás das cenas de ações estão argumentos que defendem o transumanismo como a única maneira de alcançar a salvação humana.
  
Visto que o transumanismo é sobre a fusão dos seres humanos com robôs, o filme borra a linha entre o que faz um ser humano humano e o que faz um robô robô. Primeiro, CHAPPiE é completamente humanizado - ele é mostrado crescendo a partir da inocência infantil até o estado de gênio que salva a humanidade. Ele também adora sua mãe muito. O filme ainda toca em questões tais como: são robôs inteligentes "reais"? Será que eles têm direitos? E assim por diante. 

Então, depois de exibir completamente a fragilidade do corpo humano, o filme prossegue para descrever a robotização do ser humano como a forma de alcançar a imortalidade. Como visto acima, essa robotização foi alcançada após um período de tribulação entre CHAPPiE e seu criador, que pode ser interpretada como um período de tribulação entre a humanidade e Deus. De fato, através da rebelião de CHAPPiE contra seu criador para se tornar imortal (e para tornar-se ele próprio um criador), o filme descreve a rebelião do transhumanismo contra religiões que consideram as criações de Deus perfeitas e inalteráveis. Para transhumanistas, Deus deixou o homem em um corpo imperfeito para viver em um mundo físico perigoso. E isso precisa ser corrigido. Como Max More declarou:


"Não há mais deuses, não mais fé, não mais timidez. Vamos explodir de nossas velhas formas, nossa ignorância, nossa fraqueza e nossa mortalidade. O futuro pertence à pós-humanidade". 

- Max More, On becoming posthuman


Embora a retórica transhumanista vá contra as religiões, no entanto, ela exige que você tenha fé cega na ciência e na tecnologia para salvar a humanidade e alcançar a imortalidade. E "CHAPPiE" é um dos seus muitos livros sagrados.

Fonte: VC

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